domingo, 30 de abril de 2017

Música da Semana #79

domingo, abril 30, 2017 8 Comments

Há músicas que nunca se tornam velhas. Há músicas que nos marcam para sempre. Há músicas que ao serem recordadas, nos tocam como se fosse a primeira vez que as ouvimos. Esta é uma delas. Um videoclip forte e que não sai da cabeça. E não preciso de mais palavras, Porque toda a música fala por si. Porque todos nós precisamos de ser puxados de volta para a vida de vez em quando.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Opinião: «Daddy's home»

terça-feira, abril 25, 2017 7 Comments
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Daddy's Home ou Pai Há Só Um é uma comédia dirigida por Sean Anders, com Will Ferrell, Linda Cardellini e Mark Wahlberg nos papéis principais.

Neste filme começamos por ver a história de vida de um padrasto que anseia por ver os filhos da sua mulher, Sarah, tratá-lo como pai. Tudo parece difícil mas chega o dia em que, finalmente, as crianças começam a confiar em Brad e a partilhar os seus segredos com ele. Mas, quando tudo está a começar a endireitar-se, o pai biológico das crianças regressa à cidade para uma visita prolongada.
Apesar de ter sido um pai ausente, Dusty está disposto a reconquistar os seus filhos e, acima de tudo, o seu lugar naquela família, fazendo tudo o que pode para ver Brad ficar para trás. Inicia-se, então, uma espécie de "luta" entre ambos, sendo que cada um tenta mostrar que é melhor pai que o outro.
Para mim, o melhor do filme é, sem dúvida, a relação entre o Brad e o Dusty. Para além de ser o centro de todo o filme, a forma como ambos competem e ao mesmo tempo conseguem dar-se bem em determinados momentos está muito bem conseguida. Em termos de género, como comédia deixou um pouco a desejar. Tem determinados momentos que encarei de forma divertida e que me fizeram rir, sim. Mas, na maior parte do tempo, a comédia estava parada, o que acredito que tenha aborrecido alguns observadores. No entanto, não posso deixar de destacar aquelas que, para mim, são as melhores partes do filme: quando ambos se unem em prol do melhor para as crianças e os diálogos do Brad com o patrão. Aliás, o patrão acaba por ser, na minha opinião, a personagem mais cómica do filme mesmo que o seu papel não seja tão presente.
Cada etapa do filme remete-nos para um pensamento de que a guerra deles acabou, mas acaba sempre por surgir um novo conflito que acaba por dar uma certa continuidade ao filme,
Assim sendo, acho o filme bastante importante, Falha no objetivo de ser engraçado, mas compensa na boa história que transmite e no sentimento que nos transmite. E, nesse sentido, é inegável que estamos perante uma boa história e, acima de tudo, uma boa exibição do Will e do Mark.


Quem daí já viu o filme? :)

domingo, 23 de abril de 2017

domingo, 16 de abril de 2017

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Realizações de 2017 #3: O dia em que conheci o Diogo

quinta-feira, abril 13, 2017 4 Comments


Conhecer o Diogo foi um dos objetivos a que me propus neste novo ano. A oportunidade surgiu mais cedo do que esperava e, no passado dia 4 de abril, consegui finalmente abraçar o artista português que mais admiro.
Não me desiludi. Muito pelo contrário. Foi mil vezes melhor do que estava à espera. Não fosse o Diogo a pessoa mais disponível à face da terra, sempre pronto a dar-te um abraço ou uma palavra mais confortante. É incrível perceber que há pessoas que, para além de artistas, são pessoas. Não é assim tão comum quanto isso. E a humildade que o Diogo nunca deixa escapar é o motivo pelo qual eu o admiro tanto.
Acredito que há pessoas que com o seu talento conseguem, de facto, mudar as nossas vidas. E o Diogo é um desses casos. No fundo, vejo nele uma forma de continuar a acreditar que os nossos sonhos podem realizar-se se trabalharmos e nos mantivermos fiéis a nós próprios. E o facto de ele fazer de nós, pessoas que o seguem, uma família é ainda mais motivador. É sentir que por mais longe que ele esteja, ele está sempre aqui seja com um sorriso ou com um simples "obrigado por tudo".
E essa é outra caraterística que me faz gostar tanto do Diogo: a gratidão. Ele não se esquece de nós e faz questão de nos agradecer por estarmos lá. Ele retribui o amor que cada um de nós tem para lhe dar e não se esquece nunca da sensibilidade, do afeto e do agradecimento. Quando cheguei, recebeu-me com um "obrigado por teres vindo" e quando fui embora despediu-se com um "obrigado por tudo". E isto marca mais do que qualquer fotografia ou qualquer bem material. Isto faz sentir que cada esforço valeu a pena e foi valorizado. Estava há espera deste momento desde o início da carreira do Diogo. Pensei que ele nunca ia chegar e quando chegou não estava em mim. E o Diogo, com a sua forma de ser completamente impressionante, conseguiu fazer-me sentir em casa. Como se o conhecesse há anos e como se eu fosse, de facto, da sua família.
E este dia vai ficar para a História. E o Diogo faz parte da minha História. E não há ser humano mais humilde nesta vida.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Opinião: «Doctor Strange»

terça-feira, abril 11, 2017 6 Comments
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Doctor Strange é um filme americano dirigido por Scott Derrickson, com Benedict Cumberbatch no papel principal.



Em «Doctor Strange», Stephen Strange sofre um acidente de carro que acaba com a sua carreira. Decide, então, procurar ajuda, e ao ver que a medicina não pode fazer muito mais por ele, decide ir aprender artes misticas com uma Anciã.
Não podia estar mais satisfeita com este filme. Adorei o facto de a Marvel ter decidido arriscar-se em personagens menos famosos e este é um deles. O vilão não é assim tão vilão e, a meu ver, isso constitui uma espécie de falha no filme porque esperava um Stephen ainda mais duro. No entanto, a personagem torna-se excelente em todas as cenas de ação. Por sua vez, a Anciã tem a postura certa para a personagem que desempenha. Alguém seguro de si, ameaçadora e sempre com uma presença forte. Sinceramente, penso que estas duas personagens são as que mais se destacam exatamente pela forma como são caraterizadas e pela postura linear que assumem ao longo de todo o filme.
No entanto, confesso que o que mais me chamou à atenção no filme foram os efeitos visuais. Os ambientes claros, a magia que lhe foi introduzida e os efeitos 3D remetem-nos para um universo excelente onde parece que nos movimentamos com os próprios personagens. Atrevo-me mesmo a dizer que o filme vale mais pelas suas cenas de magia do que por outra coisa qualquer. 
Posto isto, recomendo vivamente este filme e fico a rezar para que aí venha um Doctor Strange 2.

Quem daí já viu este filme?



domingo, 9 de abril de 2017

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)