domingo, 31 de janeiro de 2016

Música da Semana #26

domingo, janeiro 31, 2016 8 Comments

Quando se acompanha uma banda há 5 anos é impossível não ficar emocionada com um vídeo destes. Parecendo que não, 5 anos é muito tempo. Em 5 anos já aconteceram milhares de coisas e estes 3 min resumem parte da minha vida nestes 5 anos. 
History, dos One Direction, é a música que mais tenho ouvido ultimamente e a que mais me toca atualmente. Porque eu nunca tive vergonha de assumir o quão gosto deles e, sem dúvida, durante todos estes anos foram muito mais do que uma simples banda para mim. Tornaram-se um refúgio em dias mais sombrios e solitários. Que venham mais e melhores anos! 


O que têm ouvido internautas?

sábado, 30 de janeiro de 2016

Sara Ribeiro: «Estou na música e estou para ficar.»

sábado, janeiro 30, 2016 14 Comments
Sara Ribeiro é uma jovem amante de música que, desde cedo, começou a cantarolar temas de algumas bandas que a inspiram até aos dias de hoje.
Aos 16 anos de idade, Sara já fazia parte de uma banda de originais, Perfect Mess, onde começou a explorar a sua veia criativa. Mas, aos 19 anos, mudou-se para Lisboa para estudar Design e a música passou automaticamente para segundo plano.
De 2008 a 2014 fez parte de uma banda de covers, os Glow, onde teve a oportunidade de explorar a sua maior paixão: o rock. Mas a sua primeira experiência no mundo televisivo surge em 2011 quando decide participar no programa A Voz De Portugal, na RTP1. Apesar de ter sido eliminada na fase das Batalhas, Sara não desistiu e, em 2013, influenciada pelo seu irmão e pelo seu companheiro, voltou à televisão desta vez num programa da SIC. Factor X mostrou ser um verdadeiro teste para a Sara enquanto cantora que se revela orgulhosa do seu percurso. Conseguiu chegar à sexta gala em direto e, a partir daí, nunca mais parou.

Nesta entrevista, Sara Ribeiro fala-nos da sua participação no programa televisivo assim como do seu amor pela música e do que podemos esperar dela no futuro.


Como surgiu o teu gosto pelo mundo da música?
O meu gosto pela música começou quando eu tinha quatro anos por influência do meu pai, que sempre ouviu muita música, e foi-se desenvolvendo ao longo dos anos. Aos 9 anos descobri a paixão por cantar e tive algumas aulas de formação musical e isso ajudou-me, de alguma forma, a descobrir o que é que eu gostava de fazer.

Encontras alguma relação entre design de interiores e a música?
Não existe nenhuma relação direta entre ambos. A única relação que existe entre essas duas coisas é mesmo ser a área das Artes. Eu sempre fui ligada à área das Artes, sempre estive ligada ao desenho e à música. Por isso, a única ligação que existe é aquela que eu faço, que consiste em conjugar as duas. Aos 18 anos fui para a faculdade, tirei o curso de Arquitetura e Design, na Faculdade de Arquitetura em Lisboa e estive muitos anos afastada da música. A Licenciatura foi de seis anos e, quando terminei o curso e comecei a trabalhar como designer de interiores, comecei a trabalhar na área da música de forma mais profissional. Desde então comecei a levar a coisa mais a sério na área da música mas sempre ligada ao rendimento do design de interiores que também gosto muito.

Então nunca pensaste seguir um curso só de música?
Eu nasci com a música em mim e fui desenvolvendo esse gosto como um hobbie e como uma paixão. De certa forma, vi sempre a música dessa forma e, hoje em dia, ainda a vejo assim. O que, por um lado, é mau porque trabalho na área da música e ela acaba por ser 80% da minha atividade profissional e a área do design 20% e há alturas em que é o oposto. Mas tento sempre manter o equilíbrio entre as duas e não deixar nem uma nem outra, porque eu gosto de ambas. Mas a verdade é que a música é mais importante para mim do que a minha formação profissional, digamos assim.

E como surgiu a ideia de participares no Factor X?
Participar no Factor X não foi ideia minha porque eu estava completamente dedicada à minha área profissional, trabalhava muito longe de casa e vivia para o trabalho. E a verdade é que o meu irmão e o meu companheiro juntaram-se e criaram um grupo secreto no facebook para me obrigar a ir ao Factor X . E esse grupo cresceu muito e eu inscrevi-me no programa. Inscreveres-te não significa que lá chegues porque existem muitas fases que as pessoas não vêem em casa, muitas fases que não passam na televisão e muitas fases de recrutamento, por assim dizer e, portanto, há um todo gigante de produção por detrás do programa. E, no fundo, é vestires a camisola e entregares-te àquilo. E como a Sónia disse a certa altura do programa, fui passando entre os pingos da chuva, de forma muito discreta, nunca quis evidenciar-me de forma alguma. Eu já canto profissionalmente desde 2007/2008 e não queria chegar lá e sair desiludida ou magoada com o programa e ter chegado aos diretos foi muita sorte porque, de certa forma, arrisquei e todas as cartas que tinha eu mostrei e tive sorte. Fui a única mulher na categoria de adultos que a Sónia teve. O meu objetivo era mostrar a minha veia rockeira e consegui!

Qual foi a atuação que mais te marcou?
Foi a atuação dos Foo Fighters, The Best Of You, que foi quando eu tive oportunidade de me libertar a 100% e de subir para o meio do público e aí senti “ok, foi para isto que cá vim, já posso ir embora descansada porque era este o meu objetivo”. O meu objetivo era mesmo mostrar que eu sou assim, é aquilo que gosto de fazer. Há pessoas que também gostaram muito de me ouvir cantar Tina Turner porque nunca me imaginei a cantar Tina Turner. Identifico-me também muito com Bon Jovi porque é das bandas que gosto mais. Mas Foo Fighters foi mesmo a atuação em que tive a oportunidade de mostrar a 100% a minha personalidade enquanto cantora rock. 

Gala 5- Factor X

E qual foi a fase mais difícil do programa?
Houve várias fases um bocadinho complicadas. Perdi algum peso porque, quer queiras quer não, acaba por te pesar muito a responsabilidade de estares em direto e de decorares as músicas em muito pouco tempo. As fases mais difíceis foram, provavelmente, o início –em que me dei a conhecer e tive aquele receio de me darem respostas negativas-, e a fase de ter saído e ter estado doente na semana anterior, que foi realmente difícil para mim. Mas não saí derrotada, muito pelo contrário, o programa trouxe-me muita coisa, acredita, mesmo muita coisa. Se acompanharem o meu percurso na minha página vão ver que, em breve, vão haver novidades. O Factor X trouxe muita coisa positiva para a minha vida e, felizmente, consegui explorar ainda mais a minha veia do rock e, cantar em nome próprio e a solo, é espetacular. A partir daí continuei sempre a cantar como “Sara Ribeiro”, estou envolvida num projeto de uma banda de originais que ainda não posso divulgar, e estou a trabalhar bastante com eles no sentido de promover mais o rock em Portugal. Eu costumo dizer que é 50% trabalho, 50% sorte porque nós sabemos muito bem que, num país tão pequeno, as pessoas estão habituadas àquelas pessoas e às vezes não olham tanto para o que é novo. Eu vou ser a voz da banda e espero que isso aconteça para breve.

Como referiste continuas ainda ligada à música e a tua vida mudou depois do Factor X. Que aspetos mudaram?
Todos os aspetos. Deixei de trabalhar em design de interiores a 100%. O ano de 2014 foi totalmente dedicado à música. Aproveitei o facto de ter saído do programa há pouco tempo. Mudou também o facto de, atualmente, eu trabalhar por conta própria como designer porque consigo fazer uma gestão melhor da música e do design. E voltei, de novo, ao design porque há coisas que não se podem mesmo largar. O rock é uma área da música em que, depois de sermos velhos, torna-se complicado termos a mesma postura em palco a cantar esse estilo e, de certa forma, por segurança, amor e por paixão não quero desperdiçar esse meu talento porque também gosto muito da área do design. Mas sim, o Factor X mudou muito a minha vida porque deixei o meu trabalho em prol do programa e em prol da minha carreira na música e, felizmente, surgiram muitas oportunidades na música graças ao programa.

Escreveste no teu facebook “Quando deixares de acreditar é porque deixou de valer a pena”. Já estiveste perto de deixar de acreditar?
Não. Nunca estive. E essa mensagem foi para algumas pessoas com quem trabalhei e para as pessoas que continuam a acompanhar-me e, a seguir a isso, eu escrevi que, enquanto houver pessoas que continuam a ajudar-me, essa mensagem será dirigida a essas pessoas que continuam a acompanhar-me mesmo depois de o programa ter terminado. E, de certa forma, quando deixar de acreditar é porque as coisas aconteceram da forma que tinham de acontecer e, neste momento, eu acredito e vou continuar a acreditar. Porque isso vai acontecer enquanto houver pessoas do nosso lado a apoiar-nos -estou a falar da minha família, do meu namorado, dos meus amigos e das pessoas que trabalham diretamente comigo-, pois o acreditar tem a ver com tudo isso. Essas pessoas acreditam juntamente comigo. Eu não estou sozinha.

Que mensagem pretendes transmitir às pessoas quando cantas?
Enquanto canto, a entrega é tão grande porque carrego no botão e estou num mundo completamente diferente. É como se estivesse no mundo da fantasia. Não há uma única música que eu cante e que não me esteja a arrepiar e aquilo que pretendo transmitir às pessoas é mesmo essa paixão e quero mesmo que essa mensagem chegue às pessoas através das minhas interpretações. Eu canto covers e espero que a mensagem, mesmo cantando músicas das outras pessoas, chegue às pessoas. Porque a música não é só cantar, é a linguagem corporal, são as expressões, é o olhar e o suor que me sai do corpo. A música é tudo isso. Primeiro é a minha paixão e só depois é o lucro. Se eu puder fazer isso todos os dias, eu faço.

Falaste dos covers. Tens uma banda de covers desde 2008. Que importância é que ele tem para ti e para o teu percurso musical?
A banda foi até à altura do Factor X porque depois eu decidi cantar em nome próprio. É importante falar dela porque eu sempre aprendi muito com eles e eles comigo, de certa forma, crescemos na música juntos. O mais importante para mim foi estar em frente às câmaras porque, como eu costumo dizer, eu posso não ter ganho o programa mas ganhei a confiança que eu precisava para encarar a música de forma mais séria porque eu não tinha essa consciência. Mas essa banda foi muito importante, na medida em que, aprendi muita coisa, tive aulas de canto para preservar a voz e havia técnicas que não tinha e não dominava e essa banda serviu para descobrir coisas em mim que ainda não sabia que tinha. Agora, quando chego ao palco, o que faço é deixar-me levar pela música.


Já nos deste algumas dicas de alguns projetos futuros. Mas onde é que te podemos encontrar? Muita gente lembra-se de ti mas não sabe se estás ou não ativa...
Estou ativa a 200%. As pessoas podem encontrar-me na página de facebook e no perfil pessoal. Estou como artista de música. Eu vou colocando sempre por onde ando e vou publicando sempre agradecimentos e os sítios onde vou estar. Continuo a cantar em bares, em festas da cidade, festas da aldeia e em eventos privados. Estou também a fazer parte de vários musicais, um deles é o Capas Negras, ligado à cidade de Coimbra. Eu tenho feito muita coisa mesmo, não estou desaparecida. Sei que o mais fácil é procurar na televisão mas a verdade é que tenho trabalhado muito na música. E em Janeiro/Fevereiro vou entrar em estúdio para gravar um álbum com uma banda de originais que não posso mesmo divulgar mas, em breve, darei notícias. Estou na música e estou para ficar. E, aliado a isso, só peço o apoio da minha família que, para mim, é o mais importante.



Terminada esta entrevista resta-me agradecer à Sara por toda a sua disponibilidade e simpatia mas, principalmente, por ter aceite responder às minhas questões.
Acompanhem o seu trabalho através das redes sociais (vou deixar os links aqui em baixo) e fiquem atentos porque, como a Sara prometeu, novidades estão para chegar em breve...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Aceita-a e ama-a mesmo com todos os seus devaneios.

sexta-feira, janeiro 29, 2016 13 Comments
Mulher é mulher mesmo com todos os seus devaneios, defeitos e contradições.
Não procures a mulher "ideal" para ti porque ela não existe. Ou se calhar até existe mas não da forma que tu pensas. A mulher ideal não é aquela que tem um emprego seguro, um bom carro, que cuida da casa e é uma excelente mãe. A mulher ideal é aquela que comete erros, é louca, faz cenas de ciúmes, põe o amor que sente por ti à frente de qualquer trabalho e escolhe-te a ti em todas as suas decisões. 
Não tentes procurar a mulher certa porque não a vais encontrar. No amor nada é certo. Ama, ama incondicionalmente sem pensar em mais nada. Esquece o futuro e vive o agora. Não tenhas medo de te envolver porque, se te entregares, ela não vai querer mais ninguém. Ela vai mostrar-se diferente quando está contigo, vai revelar uma mulher que ninguém mais conhece. Vai deixar de ser calma para passar a ser ousada. Vai deixar de dormir tanto tempo para poder passar mais horas a falar contigo ou simplesmente a imaginar um futuro a dois. Vai cometer loucuras, loucuras que nunca pensou cometer. Vai parar de dizer "nunca" porque vai perceber que contigo pode cometer as maiores loucuras e acreditar em coisas nas quais nunca acreditou. Vai chorar sem motivos, vai ter ciúmes sem razão, vai querer bater-te porque a vais irritar algumas vezes, vai ter medo de te perder e ficar insegura. Mas, mesmo assim, vai estar ali ao teu lado. E mesmo quando pensar em desistir vai arranjar forma de consertar e de lutar porque ela sabe que amor como o vosso não vai encontrar em mais lugar nenhum. 
Porque se souberes cuidar dela, ela vai saber cuidar de ti. Porque tu vais ser o seu fio condutor. Ela vai viver por ti e para ti. Vai amar-te como não ama mais ninguém e vai defender-te mesmo quando não mereceres. Por isso, aceita-a e ama-a mesmo com todos os seus devaneios. Porque são esses devaneios que te vão fazer feliz até ao resto da tua vida, ou até quando tu a deixares permanecer no teu coração.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Personalidade da Semana #14: Demi Lovato

quinta-feira, janeiro 28, 2016 15 Comments
Boa tarde internautas.
Cá estou eu, novamente a uma quinta-feira, para vos falar de mais alguém do mundo dos "famosos". Esta semana decidi trazer-vos a minha opinião a uma artista que todos vocês devem conhecer bem: Demi Lovato.


Demi Lovato é uma cantora, atriz e compositora norte-americana.
Aos 23 anos já conta com imensos trabalhos na área da representação assim como diversas premiações e indicações, seja em filmes, álbuns, singles e até mesmo no twitter visto que já foi eleita o "Twitter do Ano".

Pessoalmente, considero a Demi uma das artistas mais completas da atualidade. Embora nem toda a gente concorde, acho que tem uma voz fantástica e uma energia incrível. 
Faço parte da população feminina que morre de inveja (saudável ahah) desta mulher. Pela força, pela coragem, pela forma como lida com os problemas, pela voz, pelo sorriso, pelas performances e pela beleza, pela imensa beleza que esta mulher nutre. Na minha mais sincera opinião, é das artistas femininas que considero mais bonitas. E, sinceramente, acho que isso acaba por ser influenciado pela sua personalidade. Talvez porque tem uma personalidade tão encantadora que, ao tornar-se tão contagiante, a torna ainda mais bonita. E digamos a verdade, a Demi é a prova viva de que o sorriso de uma mulher se sobrepõe a tudo o resto, certo?


Confesso que esta minha admiração pela Demi não vem desde o início, muito pelo contrário. Em Camp Rock, quando a maior parte das pessoas começou a adorá-la, eu não simpatizada minimamente com ela. Talvez porque era a primeira vez que estava a contactar com ela e não a achava uma grande artista. Boa atriz, sim, mas não via nada "dela" quando ela interpretava uma música. Não me passava mensagem absolutamente nenhuma. Parecia tudo demasiado "forçado". Mas, mais tarde, e após ter visto algumas atuações suas ao vivo confesso que me apaixonei completamente. Agora sim, todas as palavras que ela canta me entram diretamente no coração. Sinto cada letra, cada melodia, cada nota. Ao ponto de conseguir chorar com algumas das suas letras porque, sem dúvida, transmitem força, luta, sentimento. 
Admito que a Demi já me fez ultrapassar fases bastante complicadas da minha vida. Porque a tenho como um exemplo de que, com força, tudo se supera. E talvez seja por isso que eu a admiro tanto. Por, através de um simples sorriso e músicas cheias de história, me fez encarar os problemas de outra forma. Por aquele "Stay Strong" dela, se ter tornado também o meu lema de vida. Obrigado Demi! Obrigado por tudo o que me transmites e por mostrares que a música tudo cura!



Gostam da Demi?
Deixem sugestões de mais personalidades sobre a qual gostariam que eu desse a minha opinião.



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Opinião: «Neighbors»

quarta-feira, janeiro 27, 2016 8 Comments

Neighbors é um filme de comédia de 2014. Realizado por Nicholas Stoller e escrito por Andrew Cohen e Brendan O'Brien, o enredo conta com atores como Seth Rogen, Zac Efron, Rose Byrne e Dave Franco.


O que tenho a dizer sobre o filme? Não muita coisa, para falar a verdade. Faço parte da população que ficou curiosa por ver o filme pelo simples facto de o Zac Efron ser um dos protagonistas. O Zac é dos meus atores favoritos e vejo todos os filmes onde ele entra. 
A verdade é que, no princípio, este filme não me cativou nada e o único motivo pelo qual não desisti de o ver foi o desempenho do Zac (que é sempre magnífico em todos os filmes). E ainda bem que não o fiz. A meio do filme comecei a nutrir mais interesse porque o enredo começou a tornar-se mais percetível. 
Neighbors conta-nos duas histórias e faz um contraste entre elas. De um lado, um casal com uma filha bebé que começa a sentir o peso que a idade e o facto de ter um filho traz às suas vidas. Do outro, uma república universitária em que os jovens se tornam vizinhos deste casal. A convivência entre os vizinhos torna-se insuportável dada a diferença de idades e os diferentes estilos de vida de ambos. Por um lado, um casal que está constantemente cansado e a cuidar da sua bebé. Por outro, jovens que dão festas até amanhecer e que perturbam de formas variadas o casal que vive ali ao lado. Estas diferenças acabam por provocar o caos e o casal faz de tudo para que os jovens sejam expulsos dali e para que possam voltar à sua vida normal. Será que conseguem?
O filme não é dos melhores que já vi nem tão pouco está na minha lista de preferências. No entanto, acho que todos deveriam ver. Mostra bem o quão nós, jovens, vivemos a vida como se fossemos ser jovens para sempre e nos esquecemos que ao nosso lado há tantos casais adultos e que, daqui a uns anos, nós seremos como esse casal. Penso que o filme acaba por trazer uma lição a jovens e a pessoas mais velhas. Porque não somos só nós que temos de aprender com os mais velhos. Eles também devem aprender connosco. As diferentes gerações servem para se completarem umas às outras e, juntas, poderem tornar a vida ainda mais feliz.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Pessoas que marcam uma vida

segunda-feira, janeiro 25, 2016 13 Comments

Há dias que marcam a história. Uns por uns motivos, outros por outros. Hoje é, sem dúvida, um dia marcante, não só para mim, como para muita gente.
25 de Janeiro é o dia em que se celebra um nascimento e uma morte. Eusébio, apesar de já não estar entre nós, nasceu nesta data. Por outro lado, Fehér deixou-nos há precisamente doze anos. 
Dois seres humanos que marcaram a minha vida e a de tantos outros portugueses. Porque hoje não é um dia a ser relembrado apenas pelos benfiquistas, mas sim por toda a gente. Porque antes das nossas preferências clubísticas, estamos nós enquanto pessoas e seres humanos. 
A morte de Fehér marcou a minha infância de uma forma avassaladora. Ainda era uma criança quando tudo aconteceu mas lembro-me perfeitamente. Uma sucessão enorme de imagens passam pela minha cabeça quando recordo aquele dia fatídico: um cartão, um sorriso, mãos nos joelhos e depois.... depois só me consigo recordar do impacto da sua cabeça a bater no relvado deixando a água que lhe escorria pelos cabelos loiros salpicar com a intensidade da queda. Recordo-me de ter esperança, essa palavrinha que sempre me acompanhou ao longo dos anos. Mas quando vi as lágrimas caírem do rosto dos jogadores tive a certeza que não havia nada a fazer. O Benfica tinha perdido um membro da família, o futebol um jogador fantástico e o mundo uma personalidade incrível. Lembro-me de não perceber bem porque é que eu não conseguia parar de chorar, afinal, eu era apenas uma criança e ele uma pessoa que eu apenas conhecia por jogar no meu clube do coração. Mas com o tempo acabei por perceber. A cada ano que passava aquelas imagens vinham-me à cabeça e faziam-me lembrar a saudade. Agora eu percebo. Há pessoas que nos marcam de uma forma inexplicável quer pela forma injusta como morreram quer pela personalidade que tinham e a imagem que nos passavam. E o Fehér marcou-me de uma forma que poucos outros jogadores me marcaram. Todos os anos gosto de o homenagear à minha maneira e, todos os anos, me recordo do seu último sorriso. A imagem que mais me marcou durante a minha infância: um último sorriso antes de uma morte de alguém tão jovem.
Por outro lado, sempre nutri um carinho enorme pelo Eusébio. E que se dane se sou benfiquista porque ninguém no mundo pode negar, seja de que clube for, que este foi um grande jogador e marcou intensamente o mundo do futebol. Porque marcou. Porque, digam o que disserem, não há nem haverá ninguém como o Eusébio. Ele não marcou só a sua geração mas todas as que lhe seguiram e para mim, enquanto portuguesa, é um orgulho enorme. Porque o Eusébio pode ter amado o Benfica, pode ter honrado a camisola vermelha e branca mas não nos pertence apenas a nós. O Eusébio pertenceu e pertence a Portugal. Porque, independentemente do clube em que cada jogador joga, temos de os valorizar por serem nossos. Não importa se joga no Benfica, no Porto ou no Sporting, o que importa é que é português e temos de dizer aos nossos jogadores o quanto eles são bons antes de elogiar os que não nos pertencem.
Obrigada Eusébio! Obrigada Fehér! Obrigada por terem honrado, não só a camisola do meu clube, mas o meu país!



domingo, 24 de janeiro de 2016

Música da Semana #25

domingo, janeiro 24, 2016 21 Comments


A música que vos trago esta semana é das Little Mix e chama-se Love Me Like You. Confesso que nunca fui grande fã de girl band mas as Little Mix conseguem chamar-me a atenção e acho que têm um potencial enorme.
Apesar de ter algumas músicas delas na minha playlist, esta é das minhas favoritas no momento. Adoro a letra e o que ela transmite. Já para não falar do videoclip que está muito bem conseguido, na minha opinião. 
Porque quando gostamos, não importa quanto nos querem e lutam por nós. É só aquela pessoa que queremos connosco e é só ela que nos pode dar o amor que desejamos. 


Já conheciam a música internautas?
Gostam das Little Mix?

sábado, 23 de janeiro de 2016

Nuno Janeiro: «Todas as produções deixam a sua saudade, até porque trabalhamos sempre com pessoas fantásticas.»

sábado, janeiro 23, 2016 14 Comments
Nuno Janeiro é um jovem modelo e ator português. Nascido em Abrantes, foi viver com a sua família para Lisboa aos 6 anos de idade. Mas, foi já com 25 anos, que iniciou a sua carreira como modelo.
Aos 27 anos, é a vez de Nuno dar cartas na área da representação. Iniciou-se na série Morangos Com Açúcar (4ªtemporada), interpretando o papel de Sam. Daqui para a frente, o percurso deste ator a nível televisivo só tem vindo a crescer. Novelas como Fascínios, Flor do Mar, Mar de Paixão, A Família Mata, Laços de Sangue e Bem Vindos a Beirais, são marcos importantes na carreira do ator.

Nesta entrevista, Nuno Janeiro fala-nos do seu percurso enquanto ator assim como da forma como a moda entrou na sua vida. 


O que te satisfaz mais profissionalmente: a moda ou a representação?                        
Atualmente faço mais representação, apesar de ambos me darem um enorme prazer. São dois trabalhos completamente diferentes um do outro. Posso dizer que me satisfazem bastante os dois. Não me esqueço das minhas origens e enquanto puder, a moda vai estar sempre presente.

Entraste para o mundo da televisão aos 27 anos. A experiência de vida que se tem nessa idade trouxe-te vantagens no teu percurso?
Sim, posso dizer que sim, e apenas posso falar por mim. Não sei como seria se fosse mais novo, mas permitiu-me estar sempre focado naquilo que queria e quero. Há sempre muita coisa a acontecer e realmente é preciso estar centrado no trabalho, neste caso, se queremos seguir em frente ou não.

Os Morangos Com Açúcar mostraram-nos a tua veia de ator por trás do Nuno Janeiro modelo. Na série interpretaste uma personagem em cadeira de rodas, Sam. Que trabalho individual fizeste para conseguires encarnar esta personagem de forma tão real?
As personagens são todas especias. Ao público, existem umas que marcam mais que outras. O caso de Sam é especial porque envolvia uma mensagem muito forte, tive a sorte de conhecer o Nuno Vitorino, um grande homem e um exemplo de vida para todos. Ele mostrou-me os dois lados, tanto físico como psicológico e vim a descobrir que o Sam era muito parecido com ele, o que me ajudou bastante.

Pensar na série televisiva da TVI remete-te, certamente, para quando a tua carreira televisiva decolou. Do que sentes mais saudades dessa época?
Certamente sinto saudades de sermos todos muito novos e estarmos a embarcar numa aventura que nenhum de nós sabia como ia acabar. Felizmente, tenho um trabalho que permite andar sempre a descobrir coisas novas. Todas as produções deixam a sua saudade, até porque trabalhamos sempre com pessoas fantásticas.

O que é mais difícil no teu trabalho: construir as personagens ou “desapegares-te” delas?
Sem dúvida, construí-las, até porque chega ao fim do dia e a personagem fica no estúdio. Há que saber dividir as coisas e não misturar o trabalho com a vida pessoal.

Ao longo de todos estes anos certamente tiveste momentos menos bons na tua carreira. Qual foi a fase mais complicada pela qual passaste?
Não tenho nenhuma fase menos boa. Felizmente, sempre pude dar continuidade ao meu trabalho e ter o carinho de todas as pessoas que me seguem.

Relativamente à moda, és modelo desde os 25 anos. Como é que tudo aconteceu e como é que isto te levou ao universo televisivo?
Iniciei-me na moda através de um amigo meu. Curiosamente, trabalhei muito logo desde início, quer em comerciais, quer em desfiles. Com os comercias comecei a ganhar o gosto pelas câmeras, então pedi que quando houvesse castings para televisão me avisassem. E foi assim que entrei no mundo da televisão.

Também é possível ser-se ator enquanto se desfila?
O bom do desfile é que podemos ser quem quisermos. É o nosso momento e é a adrenalina desse momento.

Para finalizar esta entrevista, fala-nos um pouco acerca dos teus projetos futuros. O que podemos esperar de ti e onde te podemos encontrar?
Podem encontrar-me por aí (Risos). O segredo é a alma do negócio mas posso garantir que não se livram de mim tão depressa. 



Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Nuno pela sua disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.
Em baixo, deixo-vos os links das redes sociais onde podem acompanhar o seu trabalho e seguir todos os seus passos no que diz respeito aos seus trabalhos.



quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Personalidade da Semana #13: Spark

quinta-feira, janeiro 21, 2016 19 Comments

Este é o Spark. Sim, porque em algum lugar, ele continua a ser o meu Spark. 
E esta é a rubrica "personalidade da semana". Para vocês, pode não haver qualquer ligação entre ambos mas, para mim, há toda e mais alguma! O Spark não é só a personalidade da semana, é a do mês, do ano, de uma vida! 
Decidi dedicar-lhe este post porque, infelizmente, ele faleceu na terça-feira passada. E bolas, eu sempre prometi que um dia ia fazer um post sobre ele! Pena que não seja pelas melhores razões. 
O Spark é mais importante para mim do que qualquer outra coisa e acreditem que trocava tudo o que tenho para tê-lo de volta. Que se lixem as boas notas, o blog, o que quero ser no futuro, que se lixe tudo! Quando perdemos alguém que amamos é que percebemos que isso são tudo coisas superficiais. E, podem acreditar ou não, eu abdicava das notas, de ser jornalista e até deste cantinho que eu amo, se isso trouxesse o Spark para perto de mim outra vez. Porque nada no mundo vale os momentos de amor, brincadeira e afeto que nós vivemos. Ele era o meu melhor amigo, o meu companheiro, a luz que se fazia brilhar para mim quando tudo era escuridão. Foi, sem dúvida, o melhor presente que recebi. E nunca vai haver nenhum como ele! 
Desde pequena que sempre quis ter um cão mas este foi o primeiro. E agora eu entendo o porquê de os meus pais nunca me terem feito a vontade quando era criança. Eu e o Spark estávamos mesmo destinados. Aliás, semanas antes de ele nascer eu ia ter outro cão mas, por obra do destino, esse cão foi trocado e dado a outra pessoa. Fiquei de coração partido e não entendi bem o porquê. Mas agora entendo perfeitamente, aliás, acho que entendi no primeiro momento em que olhei nos olhos do Spark. Era ele que tinha de ser meu. Era ele que ia curar o meu coração partido. Em 20 anos de existência, os 5 meses em que ele esteve na minha vida, foram os meses mais felizes que vivi. Não me lembro de ser tão feliz antes, não me lembro de querer tanto brincar, correr e dar amor. É isso. Acho que nunca dei tanto amor na minha vida. Aliás, acho que nunca amei tanto como amo este cão. Porque ainda o amo e vou amar sempre, mesmo que ele já não esteja aqui. Ele é tudo para mim.
Nunca percebi, e agora percebo ainda menos, as pessoas que abandonam os animais. O Spark foi o único que sempre me amou sem pedir nada em troca. A única coisa que ele queria eram mimos, amor e, acima de tudo, companhia. Ele nunca dormia se eu saía do espaço onde ele estava, não conseguia estar sozinho um único minuto e chorava se não o pegasse ao colo. E é tão bom perceber que há por aí seres vivos que só querem amor e nada mais. Eles não precisam de ti para subir na vida, não precisam de um carro, de uma vivenda ou de bens materiais. Eles só precisam de amor. Porquê abandonar alguém que só quer o teu amor? Porque é que deixas ficar na tua vida quem te magoa, te trai e engana e expulsas de forma tão cruel quem te ama? Valorizem o vosso animal porque há por aí muitas pessoas, como eu, que não têm a sorte de estar sentadas em frente à televisão com o seu cão ao colo. Porque da mesma forma que a vida me trouxe o Spark, também o soube levar. E sabem aquele coração partido que eu tinha antes dele aparecer? Voltou. Não me lembro de doer tanto. Estou completamente partida, completamente despedaçada. Há mortes de animais que doem mais do que a morte de algumas pessoas e o Spark é uma delas. Já enfrentei perdas que não doeram tanto quanto esta. E que dor Meu Deus! Não me lembro de sentir o meu coração tão inquieto antes. Dói demais mas eu sei que um dia vou encontrá-lo seja em que sítio for.
Não há dor maior do que a saudade, não há dor maior do que perder para sempre aquilo que se ama. Eu já te perdi, meu amor. Mas só em corpo porque vais estar sempre dentro de mim. E bolas, eu juro que te ouvi ladrar. Eu juro! Quando o teu corpo morto me foi posto no colo. Como costumávamos fazer quando ainda respiravas lembraste? Nunca entraste naquele carro sem ser para ires no meu colo e, mesmo depois de já não estares aqui em corpo, eu não podia deixar-te ir de outra forma. Não podia tratar-te de forma diferente só porque o teu coração não batia. E assim pude, finalmente, despedir-me de ti. A caixa que transportava o teu corpo no meu colo e uma última festinha sobre ti. Porque eu não tenho nojo de te tocar, porque continuas a ser tu, só que mais frio e sem respiração no teu corpo. Porque o momento em que tive de te deixar e voltar para casa sozinha foi o pior da minha vida! Juro que te ouvi ladrar, voltei para trás... Mas não... Tinha sido tudo fruto da minha cabeça. Eu ouvi-te ladrar na minha mente mas, na realidade, isso seria impossível porque já não eras tu quem ali estava, era só o teu corpo. O teu perfeito e bonito corpo. Aquele que, dentro de alguns dias, vai começar a desaparecer fruto do que é a vida. O teu corpo desaparece mas tu continuas bem vivo dentro de mim.
Obrigada meu amor, obrigada por teres sido o melhor companheiro do mundo! Amo-te, amo-te, amo-te, mais do que algum dia poderei amar outrém.
19-01-2016. Descansa em paz meu amor.



quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Portugal à Gargalhada

quarta-feira, janeiro 20, 2016 13 Comments
No passado domingo estive colada ao ecrã a ver o espetáculo de revista à portuguesa "Portugal à Gargalhada". 
Produzida por Filipe La Féria, esta faz uma crítica à situação de Portugal dos nossos dias e aos seus principais protagonistas. Esteve em cena até 31 de dezembro no Teatro Politeama, em Lisboa e despertou muitos sorrisos e, como o próprio nome indica, muitas gargalhadas. Relativamente ao elenco, podemos encontrar os maiores nomes do teatro português tais como Marina Mota, José Raposo, Joaquim Monchique, Maria João Abreu, entre outros...
Sendo eu uma amante de teatro e sendo a representação a minha maior paixão, adoro Revista Portuguesa! E o melhor de tudo é que, nesta em especial, estavam todos os atores que mais admiro. A Marina Mota é, provavelmente, a melhor atriz de Revista da atualidade. O José Raposo é dos melhores atores portugueses. Joaquim Monchique é fantástico a juntar bom teatro com bom humor e a Maria João Abreu é das atrizes portuguesas mais completas e das que transmite mais amor a fazer aquilo que faz. Já para não falar do Ricardo Soler e do David Mesquita que também foram atores essenciais neste espetáculo. 
Apaixonei-me. Apaixonei-me como me apaixono sempre. A Revista Portuguesa é maravilhosa e temos de o admitir, sejamos nós amantes de teatro ou não. Recordo-me de uma frase que a Maria João Abreu disse no início da Revista "Mãe, eu quero ser artista." A frase que me tocou, a frase que me fez chorar ao ver as lágrimas nos olhos dela. Porque, definitivamente, também eu, mãe, quero ser artista! E leve o tempo que levar, passem os anos que passarem, é um sonho do qual nunca vou desistir. E quem sabe, um dia, possa vir a realizar esse sonho e pisar aquele palco com alguns daqueles atores. Porque sonhar é viver e o sonho aquece-nos por dentro.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Porque odiamos?

terça-feira, janeiro 19, 2016 9 Comments
Desde que começamos a crescer somos alertados pelos nossos pais para a palavra “ódio”. Dizem-nos que é algo muito mau, que nos prejudica enquanto seres humanos e que não devemos deixar que nos domine. Mas o que é, na realidade, o ódio? Porque é que odiamos?
A verdade é que nem sempre nos referimos corretamente ao ódio. Nós dizemos “odeio esta comida” ou “odeio ir para a escola” quando simplesmente deveríamos dizer “não gosto”. Mas fazemo-lo porque sempre nos foi incutido que o ódio é o pior sentimento que existe e nós usamo-lo sempre que queremos descrever algo pelo qual não nutrimos qualquer tipo de sentimento bom. Talvez esse seja um dos motivos para odiarmos: o facto de não provocar em nós qualquer sentimento positivo. Assim sendo, é mais fácil odiar peixe, legumes, sopa, estudar e correr se estes não nos provocam qualquer tipo de bem-estar. É por isto que odiamos tanta coisa ao longo da nossa vida.
Desta forma, em certas alturas da nossa vida, damos por nós a dizer que odiamos aqueles que um dia foram nossos amigos. Talvez isto aconteça porque essas pessoas que um dia nos fizeram feliz já não estão mais ali. Desiludiram-nos e a dor dentro de nós é tanta que o simples facto de odiar nos alivia um bocadinho por dentro. Penso que é esse o grande escape de cada um de nós. Sobrepor um sentimento mau a um bom para nos protegermos e evitarmos que o sofrimento se prolongue. Afinal, se continuarmos a amar alguém que nos fez mal vamos continuar a chorar noites a fio mas se, em contrapartida, nos deixarmos dominar pelo ódio, vamos acabar por conseguir reunir forças para ultrapassar todas as fases más e para mostrar ao mundo que somos capazes.

Assim sendo, se o ódio é um sentimento bom? Não. Se eu acho que nos ajuda? Não. Mas a verdade é que ele existe e, na minha opinião, ele não é mais do que um meio de refúgio. Nós amamos inconscientemente, não o conseguimos controlar. Mas eu acredito que consigamos controlar o ódio e todos os sentimentos menos bons que se colam ao nosso íntimo. Basta querer ultrapassar barreiras com sorrisos ao invés de armas.


Texto escrito para o Repórter Sombra. Disponível aqui.


Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)