sábado, 31 de dezembro de 2016

Adeus, 2016!

sábado, dezembro 31, 2016 4 Comments
2016 foi um ano cheio de altos e baixos. Na verdade, como todos são. Até alcançarmos aquilo que desejamos temos de enfrentar os mais diversos desafios e este ano não foi excepção.
As desilusões foram muitas mas as surpresas também. Uns decidiram ir-se embora e outros vieram para ficar. Alcancei imensos objetivos que julguei nunca conseguir alcançar e perdi oportunidades por medo de arriscar. Vi amigos meus realizarem os seus sonhos, mas também vi o passado voltar aos poucos para junto de mim por motivos negativos.
Se tivesse de fazer um balanço de 2016 seria muito positivo. Porque mesmo as 1001 coisas más que nos acontecem na vida nos ensinam qualquer coisa. E se há coisas que mais recordo no final de cada ano são as negativas. Porque foram essas que me ensinaram alguma coisa e que me trouxeram coisas boas logo de seguida. Porque a cada ano é assim: depois de passar por coisas péssimas, a vida dá-me coisas boas e não me desilude.
Para o ano de 2017 só posso pedir o mesmo que peço todos os anos: saúde, amor, família e amigos. É o mais importante da vida! Que 2017 continue a mandar embora as pessoas que não acrescentam nada à minha vida e que traga para junto de mim aqueles que, realmente, valem a pena. Porque é isso que eu mais guardo nesta vida: as pessoas.

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Um bom ano a todos! Que o amor seja uma constante!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

The Voice Portugal

sexta-feira, dezembro 30, 2016 5 Comments


Não sei se já vos disse mas sou fã de concursos que mostrem os grandes talentos que temos em Portugal. Infelizmente, valorizamos tanto o que há de bom fora do nosso país que nos esquecemos que em Portugal existem tantos ou mais talentos do que lá fora. O problema é que esses estão escondidos ou não são tão valorizados como deveriam.
De todos os concursos televisivos que mostram talentos na área da música, o The Voice Portugal é, provavelmente, o meu preferido. E de todos os The Voice que já vi, este foi, sem dúvida, o que mais gostei. Que talentos incríveis! Todos podíamos ter um favorito mas era inegável que os restantes também eram excelentes. Na minha opinião, este programa foi a prova que Portugal tem artistas que nunca mais acabam e nas mais diversas idades. E é um orgulho enorme saber disso!


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A grande final do programa da RTP1 deu-se no passado domingo, dia 25, com a vitória do concorrente Fernando Daniel.
A verdade é que todos tínhamos o nosso favorito, como é natural. Apesar de me identificar mais com o Francisco Murta e ter desejado que fosse ele a vencer o programa, fiquei bastante contente com esta vitória (quem, confesso, já era mais do que esperada). Já acompanho o Fernando há alguns anos no youtube e também já tive a sorte de o poder entrevistar e é de louvar a luta que ele teve até chegar aqui. Quem tem sonhos sabe que toda a gente nos diz "vais ter de ouvir muitos 'não' na vida". E o Fernando mostrou-nos que isso é verdade e penso que é por isso que tanta gente o admira. O caminho mais fácil é sempre desistir, mas ele não desistiu. E após tanto tempo a tentar realizar um sonho, ele conseguiu. Conseguiu chegar a nós e ao resto do mundo. E tudo isto graças ao seu enorme talento porque, por mais que tenhamos preferência por um outro concorrente, é inegável que o Fernando é simplesmente fantástico!
No que diz respeito a talento, não acho que seja correto usar o termo "merecer" ma vitória do Fernando. Se dissesse que ele é o merecido vencedor seria injusta com os restantes concorrentes. Isto porque qualquer um dos quatro finalistas, na minha opinião, merecia vencer. Cada um tinha um lado especial e nos tocava de formas diferentes. A Marta tinha um elegância e uma presença única em palco. O Miguel tinha uma voz extraordinariamente diferente e bonita. O Francisco respirava a música de uma forma que nenhum outro concorrente respirava. E o Fernando tinha aquela voz inacreditável. Assim sendo, qualquer um seria um justo vencedor, portanto, não digo que houvesse um que merecesse mais do que os outros. Digo, sim, que há sempre um com o qual nos identificamos mais por algum motivo. O Fernando tocou-nos a todos e isso é um facto. Facto que lhe permitiu vencer o programa e que, tenho a certeza, lhe vai garantir um futuro brilhante! E eu fico tão feliz por isso!

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Por outro lado, e apesar de ter ficado extremamente feliz com a vitória do Fernando, não posso negar que tinha uma ligeira preferência pelo Francisco Murta que me fez gastar o saldo todo do meu telemóvel (risos). 
Lembro-me perfeitamente da minha reação quando vi a prova cega do Francisco "o que é isto, meu Deus?", disse eu aos meus pais no final da sua atuação. Apesar de ter lacrimejado imenso na prova cega do Fernando, o Francisco conseguiu deixar-me em lágrimas em todas as suas atuações, uma atrás da outra. E isto nunca me aconteceu com nenhum concorrente em nenhum concurso dos imensos que já vi. Penso que o importante na música é que quem está a cantá-la nos faça sentir algo de diferente. E a forma como o Francisco me tocava foi completamente diferente! Havia um sentimento fora do normal ali. Há concorrentes que colocam toda a sua alma na música. Outros que a interpretam de uma forma excecional. E depois existe o Francisco que se dá por completo à música e entra num universo paralelo, como se não existisse mais nada ou ninguém à volta. Há ali qualquer coisa de genuíno quando ele sente cada letrinha de uma música. E sente-o de uma forma tão diferente que me consegue deixar emocionada 5 segundos depois de começar a cantar. 
Apesar de não ter sido o vencedor do programa, já é um vencedor pela forma como marcou tanta gente e pelo artista que é. Porque, na minha opinião, ele já é um artista como há poucos em Portugal. Por isso, por favor, não deixem o Francisco cair no esquecimento porque o nosso país só tem a ganhar com uma pérola destas.

Posto isto, e apesar de admirar bastantes concorrentes do programa, o Fernando e o Francisco foram, sem dúvida, aqueles que mais me marcaram nesta edição. Serão também eles aqueles que vou recordar com mais orgulho quando me falarem do The Voice Portugal 2016. São, sem dúvida, a prova de que bons cantores existem muitos mas os verdadeiros artistas são aqueles que não só cantam como chegam ao coração das pessoas de uma forma quase inesquecível.



Quem seguiu o programa?
O que acharam? :)




quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Contigo aprendi a amar o impossível

quinta-feira, dezembro 29, 2016 1 Comments
Acredito que há coisas que não nasceram para ser explicadas. O que sinto por ti veio comprovar isso mesmo. Não fosses tu o motivo de todas as minhas ações ultimamente.
Costumava dizer que nada é impossível. Sim, esse famoso cliché. Nada é impossível se lutarmos com muita força e quisermos muito. Nada é impossível desde que tenhamos a capacidade de ver a possibilidade dentro daquilo que chamamos de “impossível”. No entanto, todos crescemos e, consequentemente, vamos aprendendo. E eu acredito que há coisas impossíveis, sim. Impossíveis de alcançar, impossíveis de agarrar. Não é que não as amemos o suficiente ou não lutemos o necessário, mas porque não são para nós. E só nós é que não percebemos. Aliás, nós percebemos mas não queremos meter isso na cabeça. Porque ter a mínima esperança nos faz suportar melhor a dor. O que nos esquecemos de mencionar ao nosso interior é que a esperança é boa mas também mata. Ela corrói-nos de tal forma que nos vai matando aos bocadinhos. E fá-lo sempre que nos deitamos cansados mas ainda assim perdemos horas de sono a chorar. Fá-lo sempre que procuramos com o olhar aquilo que temos plena consciência que não vai aparecer. Fá-lo quando deixamos que ela nos faça acreditar em algo que não é real.
É engraçado. Somos ensinados desde crianças a ouvirmos sempre o nosso coração. E levamos isso tão a sério que nos esquecemos que, por mais que o coração seja o mais importante, a razão também existe. E não a ouvimos. E sofremos porque o coração nos engana. Porque ele acredita. Ele acredita mesmo quando a razão deixou de acreditar. Acredita até ao teu último suspiro. Até que o teu corpo já não tenha qualquer força. E isso mata-te. Mata a alegria que tens de continuar a viver. Tira-te o brilho dos olhos e o sorriso na cara que toda a gente invejava. “Estás sempre a sorrir”, há quanto tempo não os ouves dizer isto? Tu sabes que já passou muito tempo desde a última vez que sorriste com vontade. Agora deixas que a falsidade te comande. Sorrisos falsos, gargalhadas falsas, “estou bem” falsos... E tudo isto porque a esperança deixou que acreditasses numa coisa que nunca vai acontecer.
A verdade é que mesmo depois de leres isto, mesmo depois de saberes que devias ser capaz de seguir em frente pelo teu próprio pé, a esperança vai continuar lá. Vai continuar a querer que o procures com o olhar e vai continuar à espera daquele abraço que nunca vai chegar. E sabes porquê? Porque o amor é isso. É saber que é impossível e que magoa mas amar todos os dias um bocadinho mais. Porque quando é verdadeiro, por mais impossível que seja, dá-nos vontade de desistir de tudo menos dele.



Texto publicado em Sabes Muito

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Shhh... É o nosso segredo

terça-feira, dezembro 27, 2016 5 Comments

Dizem que toda a gente tem segredos. Tu és o meu. O mais escondido, o mais profundo, o mais intenso... Aquele que julguei ser um segredo esquecido de tão bem guardado. Mal eu sabia que não estava escondido. Muito pelo contrário.
Quando era pequena, toda a gente dizia que havia coisas que nunca ia esquecer, independentemente do tempo ou do espaço e que errar fazia parte da vida. Diziam que eu ia errar muitas vezes e que ia arrepender-me disso mais tarde, quando percebesse que realmente tinha cometido um erro. Mas a verdade é que quando somos miúdos achamos que temos razão em tudo. Tudo o que fazemos está certo e nunca nos vamos arrepender disso porque temos a certeza absoluta do que queremos e ai de quem nos tente impedir. Eu não fugi à regra. Pensei muitas vezes ter razão e cometi erros. Penso que o maior de todos foi ter ido embora e ter-me obrigado a ficar longe de ti. Hoje vejo que devia ter ficado. Afinal, tu sempre precisaste de quem te protegesse do mal do mundo e da tua própria ingenuidade, de quem te mandasse uma mensagem às duas da manhã a dizer para ires para casa, de quem te puxasse as orelhas quando fizesses porcaria. Mas eu preferi ir embora. Não porque não quisesse estar ao teu lado, mas porque às vezes a vida nos obriga a tomar decisões difíceis. E acredita quando te digo que as mais difíceis de todas são aquelas que envolvem os nossos sentimentos. Sei que é tarde demais para pedir desculpa e sei que é tarde demais para voltar a ser a pessoa que mais te protegia no mundo, mas nunca é tarde demais para se dizer “tenho saudades tuas”. E eu tenho muitas. Tenho saudades do que fui contigo e do que tu foste comigo. Tenho saudades tuas e saudades minhas. Mas, acima de tudo, tenho saudades destes anos todos. Talvez porque não estive aí, por opção minha.
É engraçado. Acho que as pessoas tinham razão. Eu tomei mesmo decisões das quais me arrependo agora. Achava que vir embora seria a melhor opção mas agora o que mais quero é estar aí. Ou aqui. Onde tu quiseres. Só quero proteger-te. Dizer-te o que te dizia quando éramos crianças. Quando não tínhamos mil e uma preocupações na vida e quando tudo era mais fácil. Continuas a ser “o miúdo” de sempre mas agora falta-te a “adolescente mimada” para te abrir os olhos quando é preciso. E eu sei que falhei. E tu sabes que eu falhei. E nós sabemos que não há volta a dar. Mas acredita que há mesmo coisas que nunca se esquecem. E tu és uma delas. E desculpa por te culpar por te perderes na vida. Hoje, não te diria para te encontrares. Hoje, eu perder-me-ia contigo. E não te preocupes... Vai continuar a ser o nosso segredo.



Publicado em Sabes Muito

domingo, 25 de dezembro de 2016

Música da Semana #67

domingo, dezembro 25, 2016 3 Comments



A música desta semana pertence a uma banda que gosto bastante: os 5 Seconds of Summer. Já os acompanho há algum tempo, no entanto, andei um bocado apagada da música deles por uns meses. Este mês senti falta e regressei pelo que me apaixonei completamente por esta Girls Talk Boys, principalmente pelo seu ritmo!


O que acham, internautas? :)

sábado, 24 de dezembro de 2016

Feliz Natal!

sábado, dezembro 24, 2016 4 Comments
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No meio das últimas compras de Natal, do estudo para os exames e das preparações para este fim de semana, ainda consegui arranjar um tempinho para vos vir desejar um Excelente Natal! Aproveitem-no para matar saudades daqueles que, por circunstâncias da vida, estão longe durante o resto do ano e mostrem o amor que sentem uns pelos outros porque isso é o mais importante e, infelizmente, nem sempre o mostramos.
Sejam muito, muito felizes e amem muito! Feliz Natal!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Opinião: «Storks»

quinta-feira, dezembro 22, 2016 1 Comments
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Storks é um filme de animação de aventura e comédia dirigido por Nicholas Stoller e Doug Sweetland.


Confesso que a época natalícia me abre o apetite para filmes de animação. Desde que este filme saiu sempre tive bastante curiosidade em vê-lo. Não me desiludi. Quando somos pequenos todos ouvimos a famosa história dos bebés e das cegonhas. Trazer essa história para um filme e torná-la real foi simplesmente fantástico. 
Neste filme, há muito tempo, as cegonhas entregavam bebés mas, atualmente, elas trabalham para uma loja online. Júnior está prestes a ser promovido a chefe mas para isso tem de demitir Tulipa, uma orfã que arranja muitas confusões na fábrica. A verdade é que Júnior não tem coragem de o fazer e manda Tulipa receber as cartas que encomendam os bebés pensando que elas não chegavam. Um dia uma carta chega e Tulipa produz uma bebé. Júnior e Tulipa embarcam então numa aventura tentando entregar a bebé à família que a encomendou sem que ninguém na fábrica descubra. Mas o inevitável acontece e todas as cegonhas ficam a saber do sucedido antes da bebé ser entregue. 
Não vou revelar mais sobre a história para não vos estragar a surpresa. Mas se gostarem de filmes de animação este é fabuloso. Principalmente nesta época. Nada melhor do que estar em casa a usufruir do Natal e a ver um bom filme de animação em família! É das melhores coisas do mundo.


Já alguém viu o filme por aí? :)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Projeto Rugby no Bairro

quarta-feira, dezembro 21, 2016 3 Comments


Eu e uma grande amiga fizemos esta reportagem para uma cadeira da faculdade e eu não podia estar mais orgulhosa! Foram meses a conviver com crianças do bairro e a conhecer as suas histórias e sonhos. Há trabalhos que não devem sequer ser considerados trabalho e este é um deles. Decidi partilhá-los convosco porque acho que o projeto "Rugby no Bairro" merece mais divulgação do que a que, de facto, tem. Assim que ouvirem a reportagem vão perceber o porquê.  

domingo, 18 de dezembro de 2016

Música da Semana #66

domingo, dezembro 18, 2016 6 Comments


Toda a gente sabe que adoro One Direction. Nunca tive problema nenhum em admiti-lo. Esta semana senti saudades das músicas mais antigas e decidi recordá-las. A verdade é que a Little Things é daquelas que me deixa completamente paralisada a ouvi-la. É, sem dúvida, das músicas mais bonitas de sempre deles e será sempre uma das minhas preferidas.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Prefiro amar-te.

sexta-feira, dezembro 16, 2016 4 Comments
Sabes quando alguém te magoa tanto que tu choras dias a fio e achas que nada dói mais no mundo? Deixar-te dói mais. E dói porque não dá para viver longe de ti. Parece ridículo e dramático mas é verdade. 
Nunca somos dependentes até, de facto, dependermos de alguém. E não é uma dependência causada por obrigações ou laços. É uma dependência incontrolável que se impõe a nós e àquilo que realmente queremos. Porque o que queremos nem sempre é aquilo que sentimos. Se fosse, eu preferia optar por continuar independente em relação aos meus sentimentos. Não te deixava controlares-me mesmo que não saibas que me controlas. Não me permitia sentir a saudade que sinto sempre que tenho de ir embora e virar costas sem sequer dizer-te "adeus". Porque dói mais do que quando alguém nos espeta uma faca nas costas. Porque dói mais do que qualquer dor que já senti na vida. No meio de tanta dor que sinto ao olhar para ti devia odiar-te, afinal, se não fosses tu eu continuava a sorrir o tempo todo como alguém que não tem problemas na vida, mesmo que eles existam. Mas cada vez menos isso acontece. O sorriso já não sai nem forçado. Talvez porque há dores tão fortes que nos tiram a capacidade de fingir. E é isso que mais admiro em ti: a capacidade que tens de me fazer ser eu mesma, sem sorrisos forçados ou falsos "estou bem". Tens a capacidade de trazer toda a minha dor escondida cá para fora. Ensinas-me que nem sempre as escolhas que fazemos nos trazem aquilo que realmente queremos mas todas têm um lado bom. E tu não és o lado bom, és o lado melhor. Porque me fazes sentir uma pessoa melhor. Porque me dás a força que preciso para ser melhor todos os dias, nem que seja para que te sintas orgulhoso de mim. Porque me fazes ser e pensar de forma diferente. Fazes-me pôr de lado todas as rotinas e planos, porque contigo tudo é novo e apaixonante. E sem ti nada importa! E eu já sinto a tua falta. Tua e do teu sorriso sincero quando me vês chegar. O mesmo sorriso que levas contigo quando te vejo partir e o meu coração fica mais apertado. O sorriso que eu desejo ver todos os dias. 
Por agora, não te digo adeus, aliás, nunca vou dizer. Adeus significa um fim e nada me vai separar de ti. Prefiro dizer "até ao próximo pensamento", porque aí tu estás sempre. E quando o mundo te odeia, eu prefiro amar-te. Os meus pais sempre me disseram que tenho a mania de ser do contra.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Opinião: «Sully»

quarta-feira, dezembro 14, 2016 10 Comments
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Sully ou Milagre no Rio Hudson é um drama/biografia de Clint Eastwood com Tom Hanks, Anna Gun, Laura Linney e Aaron Eckhart nos papéis principais.


Este filme retrata a história verídica de Sully, um piloto de aviões que, em 2009, aterrou de emergência no rio Hudson e salvou 155 pessoas que estavam a bordo do seu avião. Este homem acaba por tornar-se um herói americano por conseguir evitar o pior de forma tão insólita.
Já é a segunda vez que vejo este filme. Vi-o no cinema e, hoje, em casa. Não costumo gostar de ver filmes mais do que uma vez mas tive de o fazer depois de ter visto algumas críticas negativas. Gostei do filme assim que o vi, não só por retratar uma história verídica, mas porque tem uma carga emocional bastante grande. No entanto, a maior parte das críticas que tinha lido acerca do filme eram negativas. Tentei explorar o porquê e, por isso, vi-o mais uma vez. Comecei a tentar perceber o que podia estar cinematograficamente fraco ou o que causaria aborrecimento e não consegui encontrar nada. Aliás, na minha opinião, acho que está um filme muito bem conseguido a todos os níveis. Desde a imagem aos atores. 
Sempre adorei o Tom Hanks. Acho-o um ator de excelência e aqui só veio mostrar ainda mais isso. Uma prestação incrível e com uma carga emocional ainda melhor. Penso que o personagem que ele tinha de interpretar lhe exigia um sentimento diferente, afinal, não era só um personagem. O Sully existia e aquilo aconteceu mesmo. E não há coisa mais difícil do que representar e dar realidade a uma coisa que realmente aconteceu, ainda para mais uma coisa de uma proporção destas. 
Sou uma fã de aviões e adoro perceber tudo o que os envolve e a forma como desastres destes, infelizmente, acontecem. E acho que este filme me permitiu vivenciar, de alguma forma, essa experiência. Porque a certa altura nós sentimo-nos mesmo os passageiros daquele avião e procuramos a nossa família com o olhar. E é disso que um bom filme é feito! 
Desta forma, recomendo-vos o Sully nem que seja para perceberem melhor tudo o que aconteceu em Janeiro de 2009. Não foram só 155 pessoas a ser salvas mas um piloto a lutar por justiça depois de as ter salvo.


Já viram o filme? :)


domingo, 11 de dezembro de 2016

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O que significa mudar?

quinta-feira, dezembro 08, 2016 4 Comments
O que é mudar? Não sei. Talvez não exista uma definição exata para o que é, realmente, mudar. Mas um dos maiores factos da vida é que, por vezes, a mudança é necessária e uma constante.
A verdade é que a vida é uma mudança constante. E eu acredito cegamente que mudar é preciso, afinal, não se vive para sempre. E se não mudarmos não estaremos a ser apenas cómodos? Se não optamos pela mudança em determinadas alturas da nossa vida é porque algo está mal. Assim como o café esfria, o tempo se altera e as temperaturas oscilam, também a vida muda. É uma caraterística quase inata. Mudança e vida andariam de mãos dadas se fossem duas pessoas. Isto porque, a meu ver, não vivem uma sem a outra. Daí, na maior parte das vezes, sermos obrigados a mudar. Nem sempre por vontade própria, mas porque a vida não nos dá outra opção. Talvez porque ela se encarregue de nos dar os maiores ensinamentos, sendo que o maior deles todos é sairmos da nossa área de conforto. O comodismo mata-nos. Acomodamo-nos tanto a algo ou alguém que ficamos com medo de mudar e preferimos deixar tudo como está, mesmo que tudo esteja errado. E é aí que entra a vida. Ela força-nos a abandonar o correto, o fácil e o cómodo. Ela coloca-nos entraves e situações que nos obrigam a mudar.
Umas boas e outras más, as mudanças fazem parte de nós e ajudam-nos a ser o que somos. Se me perguntassem “porque mudamos?” creio que a minha resposta seria sempre a mesma “porque a vida nos obriga a isso”. Não no verdadeiro sentido da palavra, mas no sentido em que se quisermos ser realmente felizes vamos ter de nos forçar a mudar muitas vezes. A mudar de país para alcançar aquele sonho que aqui não se realiza. A mudar de cidade para viver com aquela pessoa que tanto amamos. A mudar hábitos em função das contrariedades que diferentes situações nos impõem. Mudar. Mudar. E mudar. Não é à toa que mudamos constantemente de roupa, de sapatos ou de objetos. Nós mudamos o vestuário porque não gostamos de estar sempre vestidos da mesma forma. Não será que isso acontece porque a mesma coisa repetidamente começa a cansar? Isso ocorre em todas as situações da vida. O monótono cansa. O repetido enjoa e a novidade traz um brilho diferente. E a novidade está na mudança. Daí a mudança ser tão importante nas nossas vidas.

Posto isto, não posso negar que a mudança é algo positivo mesmo que às vezes seja algo difícil de encarar. É tão mais fácil mantermo-nos cómodos, continuar na monotonia da vida e na nossa zona de conforto. É ótimo porque não dá trabalho nenhum, afinal, é aquilo a que estamos habituados. Mas, se pensarmos bem, percebemos que a monotonia estraga a nossa felicidade. Felicidade essa que só a novidade pode trazer de volta. O que é novo dá-nos novas experiências. E com as novas experiências vêm sorrisos novos e, consequentemente, novos motivos para viver a cada dia que passa.



Publicado em Repórter Sombra.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Música da Semana #64

domingo, dezembro 04, 2016 5 Comments


O Diogo Piçarra tem dominado esta rubrica nas últimas semanas. Desta vez, é a música Longe que, a meu ver, merece destaque. Pessoalmente, estou numa fase em que me identifico bastante com esta letra. Quantas vezes não estamos longe daqueles que queremos ter por perto? O sentimento e, atrevo-me a dizer, até o sofrimento que o Diogo transporta para a música deixa-me sem palavras. Uma música lindíssima e com um poder que só o Diogo sabe colocar naquilo que canta!


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Waze lança primeiro EP

quinta-feira, dezembro 01, 2016 4 Comments
Waze é um artista português que ficou conhecido através de sucessos como "Cuida de mim", "Ninguém como tu" e "Primeiro Dia".
A sua fusão entre rap e r'n'b misturada com um pouco de pop são alguns seus pontos fortes que lhe permitiram criar uma identidade própria. 
"Ilusão" é o nome do seu primeiro EP e já está disponível para download em todas as lojas e plataformas digitais, desde 18 de novembro. 


domingo, 27 de novembro de 2016

Música da Semana #63

domingo, novembro 27, 2016 14 Comments



Sou uma fã incondicional da música portuguesa. No meu leque de artistas portugueses favoritos está, sem dúvida, a Carolina Deslandes. Acho-a uma artista de mão cheia. Tem uma voz extremamente bonita e canta com uma alma incrível. Isto para não falar da personalidade incrível que mostra ter e que transporta para as suas canções. Esta Não é Verdade é das músicas que mais gosto desta artista. Porque todos nós já a vivemos de alguma forma e nos identificamos um bocadinho com a sua mensagem.

O que acham da música? :)

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Opinião: «The Social Network»

sexta-feira, novembro 25, 2016 6 Comments
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The Social Network ou A Rede Social é um filme biográfico sobre a fundação da rede social Facebook e os seus desdobramentos. O filme foi dirigido por David Fincher e conta com atores como Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake, Armie Hammer, entre outros, no elenco. 


A história remete-nos para 2003 onde, na Universidade de Harvard, o estudante Mark Zuckerberg tem a ideia de criar um site para gerir a beleza dos estudantes após a sua namorada, Erica Albright, terminar o seu relacionamento com ele. Este site atinge um número brutal de visualizações em apenas duas horas e Mark acaba por ter de responder a um julgamento por ter invadido a base de dados de vários alojamentos para criar este site. No entanto, a popularidade deste site chama a atenção dos gémeos Winklevoss que convidam Mark a trabalhar com eles no "Harvard Connection", um website que eles estão a tentar formar. O que eles desconhecem é que Mark teve uma ideia melhor e decide fundar, com o seu amigo Eduardo, o site Facebook sem que os gémeos se apercebam disso. Esta plataforma atinge um sucesso extraordinário entre os estudantes e quando os gémeos o descobrem acusam Mark de lhes ter roubado as suas ideias. Desta forma, os gémeos instalam um processo contra Mark ao qual se vai juntar, mais tarde, Eduardo alegando que Mark diluiu a percentagem que ele ia receber enquanto co-fundador do Facebook de 34% para 0,03%.
O método de narração do filme apresenta-nos Mark a responder a dois processos em tribunal: um feito pelos gémeos e outro pelo Eduardo. 
Honestamente, nunca fui grande adepta deste tipo de filmes. Não é o tipo de filme que vejo regularmente mas, a propósito de uma cadeira da faculdade, decidi vê-lo e não me arrependi. Apesar de no início ter achado tudo um bocado confuso, com o desenrolar da história o filme foi-se tornando mais interessante e o facto de ter como base uma rede social prende-nos mais a atenção. Isto porque acho extremamente interessante vermos o que está por trás de uma rede social que usamos tão regularmente. E acho que foi mesmo isso que mais gostei no filme: perceber como é que este "vício" de tanta gente se originou e de onde surgiu a ideia que permitiu a sua concretização. E, nesse aspeto, o filme é bastante esclarecedor.


Já viram o filme, internautas? :)




quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O que se esconde atrás das câmeras

quarta-feira, novembro 23, 2016 3 Comments
Adoramos cinema. Temos aquele ator que associamos a determinado filme tal foi o seu desempenho. O que não sabemos é que existem muitas alterações que são feitas à última da hora nos castings para filmes.
É mais comum do que pensamos. Por algum motivo, por vezes, é necessário substituir um ator ou atriz à última da hora. E isso já aconteceu em alguns filmes que tão bem conhecemos. Conhecem o Chris Farley? O que muita gente não sabe é que ele era o ator que iria dar voz a “Shrek” e chegou mesmo a gravar algumas maquetes do filme. Infelizmente, o ator veio a faleceu em 1997 e o seu substituto foi Mike Myers, que acabou por dar voz a este personagem ao longo dos filmes.
Também em “Lovely Bones” houve uma substituição num dos papéis. Ryan Gosling foi escolhido para interpretar o papel do pai da personagem principal do filme mas, e por culpa de um requisito, o ator foi substituído. A questão é que o pai da personagem deveria ser gordo e Ryan não tinha o peso suficiente para entrar no filme. Desta forma, Mark Wahlberg ocupou o seu lugar e, mais tarde, acabou por emagrecer e recuperar o seu corpo normal.
Vejamos agora “Crepúsculo”. Todos já ouvimos, pelo menos, falar do filme. Foi com esta saga que Kristen Stewart ascendeu na sua carreira. O que pouca gente sabe é que ela não foi a primeira escolha para interpretar a personagem Bella. Emily Browning foi a primeira escolha mas optou por recusar o papel para se dedicar a filmes mais independentes. Quando questionada sobre algum tipo de arrependimento, a atriz diz que não se arrepende de ter recusado o convite por achar que a saga exigia demasiada pressão que a poderia levar a desistir de ser atriz.
Para terminar, não poderia deixar de fazer referência a uma alteração num ator de “Avatar”. Matt Damon foi convidado para ser o protagonista deste filme mas recusou o convite por já estar envolvido noutros projetos. Assim, foi Sam Worthington quem ocupou o seu lugar. Matt Damon acabou mais tarde por mostrar arrependimento por ter recusado o papel e explicou que a origem da sua recusa estava em “conflitos de agenda”.

Como podemos ver, há muita coisa por descobrir para lá do cinema. O facto de acharmos que determinado ator encaixa perfeitamente num personagem não significa que ele tenha sido a primeira escolha. Por vezes, ficamos contente pelas alterações feitas. Outras, gostávamos que a primeira escolha tivesse acontecido. Os gostos ficam ao nosso critério mas o talento será sempre deles. 



Publicado em Repórter Sombra.

domingo, 20 de novembro de 2016

Música da Semana #62

domingo, novembro 20, 2016 10 Comments


Jealous, do Labrinth, é a música desta semana. 
Esta é, sem dúvida, umas das músicas que mais adoro e que mais me toca. A letra é simplesmente linda e a mensagem que transmite emocionante. É impossível ouvi-la sem que nos traga algumas memórias! 

O que acham da música, internautas? :)



sábado, 19 de novembro de 2016

Ricardo Fonseca: «Tem sido um percurso que amo fazer e que me faz dar sentido à vida.»

sábado, novembro 19, 2016 8 Comments
Ricardo Fonseca é um jovem apaixonado pelo mundo da música.
Aos 10 anos recebeu um teclado e nunca mais parou. Começou as primeiras gravações aos 12 anos e, mais tarde, criou o seu próprio estúdio. Sem nunca ter tido aulas de música, Ricardo considera-se um autodidata por ter aprendido a tocar vários instrumentos sozinho, escrever e interpretar as suas próprias letras.
Nesta entrevista, Ricardo fala-nos da sua paixão pela música e dos seus projetos para o futuro.



Fala-nos um pouco de como começou o teu gosto pelo mundo da música.
Embora sempre tenha tido aquela paixão, foi aos 10 anos que senti uma proximidade maior ao receber um teclado no Natal. Desde então, todos os dias tinha um tempinho só para “nós os dois” (risos).

Quando é que começaste a perceber que esse gosto não era apenas um gosto mas algo mais sério?
Comecei a fazer as minhas primeiras gravações (de forma amadora, claro) com cerca de 12/13/14 anos. Aí queria seguir, mas não sabia como. Quando tinha 15/16 comecei a trabalhar no verão (período de férias escolares) para juntar dinheiro e comprar o meu material de estúdio aos poucos. Foi possivelmente nessa idade que decidi dar o passo “oficial”.

Os teus pais apoiaram-te desde o início na tua decisão de seguir o caminho da música de forma mais séria?
Penso que é sempre complicado na conjetura atual os pais aceitarem que um filho opte por um ramo incerto, quando tudo o que querem é o seu melhor.
Sempre me avisaram para ter cuidado, não cair em ilusões e continuar os estudos mas nunca me deixaram de apoiar, o que é sempre fundamental para se conseguir crescer num meio com tantas dificuldades.

Nunca tiveste aulas de música e, no entanto, tocas diferentes instrumentos e escreves e interpretas as letras. Consideraste um autodidata por teres conseguido aprender tanta coisa sozinho?
Acabo por ser necessariamente um Autoditada pois a definição é basicamente essa: aprendizagem sozinho, sem auxílio de um professor ou equivalente.
Penso que quando se quer e se gosta realmente de uma coisa, somos capazes de tudo!

Em que é que te inspiras para escrever as tuas letras?
Geralmente inspiro-me em histórias que vivi. Eventualmente poderei acrescentar certos pontos mas costumam ser sempre histórias verídicas, inspirando-me assim na família, amigos, namorada…


Como te sentiste quando viste o teu primeiro videoclip concluído?
O primeiro videoclip, feito mais em tom de brincadeira, foi quando tinha 16 anos. Foi algo bom, se bem que estava no início e tinha poucas pessoas que me conheciam. Quando publiquei o meu primeiro VideoClip “Oficial”, denominado “É Agora”, é que pude ver realmente o feedback. Através de mensagens, comentários e gostos já consegui sentir a proximidade com as pessoas que me começavam a seguir e gostavam do que fazia. Foi esse mesmo vídeo que marcou o meu percurso televisivo, indo à TVI através de uma mensagem que a minha irmã enviou para o programa da Fátima Lopes “A Tarde é Sua”. Acho que vai ser sempre algo de que me vou orgulhar, com um brilho nos olhos, porque é um registo do meu início que será sempre eterno.

Como tem sido o teu percurso musical desde então?
Muita coisa tem acontecido. Passei a ter editora, agência/manager, promotora, o meu 1º disco nas lojas, a empresa de vídeo e imagem criada (ProCheck Productions), parcerias com pessoas que admirava no mundo musical. Conheci muita gente que respeito imenso e tudo o que foi alcançado até então, não passa de um grão de areia na longa costa vicentina que pretendo alcançar (risos). Em suma, tem sido um percurso que amo fazer e que me faz dar sentido à vida.

E daqui para a frente, o que esperas alcançar e o que podemos esperar de ti?
Como referi na questão anterior, ainda quero alcançar muito mais do que já alcancei. Espero editar muitos mais discos, produzir outros tantos para outros artistas (isto falado como produtor musical), que as pessoas se identifiquem com os meus vídeos, que os partilhem e que, cada vez mais, possa chegar além-fronteiras. A tecnologia não para de evoluir mas há coisas que se mantêm… como o amor! Se nós soubermos respeitarmo-nos uns aos outros e mantivermos esse mesmo amor por cada um de nós, tudo o resto passa a ter outro sabor.
Respondendo à questão de forma direta e efetiva, um dia espero alcançar um palco com uma plateia gigante cheia de sorrisos, alegria, paz, amor… de Vida! É isso que a música significa para mim… Vida! 



Terminada esta entrevista resta-me agradecer ao Ricardo por toda a disponibilidade e, acima de tudo, por ter aceite responder às minhas questões.





domingo, 13 de novembro de 2016

Música da Semana #61

domingo, novembro 13, 2016 4 Comments

Já perdi a conta ao número de vezes que elegi as músicas do Diogo Piçarra como música da semana. Mas a verdade é que ele é o artista português que mais admiro e não há uma única música que não me toque de uma forma especial. Breve é o nome da música desta semana e merece todo o destaque pela letra, pela voz e, acima de tudo, pelo sentimento a que o Diogo tão bem nos habituou!



sábado, 12 de novembro de 2016

Opinião: «The Secret Life of Pets»

sábado, novembro 12, 2016 7 Comments
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The Secret Life of Pets ou A Vida Secreta dos Nossos Bichos é um filme de animação americano produzido pela Illumination Entertainment. Nele podemos encontrar as vozes de Louis C.K., Eric Stonestreet, Kevin Hart, Albert Brooks, entre outros... 


O enredo do filme passa-se num edifício em Manhattan e conta-nos a história de Max, um cão que vive com a sua dona, Katie. A relação de ambos é perfeita e Max é completamente fiel à sua dona. Um dia, Katie decide levar para casa um cão que estava num canil e Max não consegue lidar com a situação já que não está habituado a partilhar a atenção e quer Katie só para si. Os dois cães acabam por se meter em sarilhos e arranjar vários problemas. Para voltar para Katie, ambos vão ter de unir forças e aprender a relacionar-se. 
Amo animais. Costumo dizer que gosto mais de animais do que gosto de pessoas. Como tal, mal soube da existência deste filme quis logo vê-lo. Tinha quase a certeza que ia adorar e a verdade é que não me desiludi. Para além do lado cómico tem também um lado sentimental. Principalmente para quem é ou já foi dono de um animal de estimação. Aqui podemos ver a lealdade que um animal tem pelo seu dono assim como o oposto. Também é engraçado perceber a teia de relações entre os próprios animais. Acaba por ser um filme ótimo para relembrar que os animais também têm sentimentos porque, infelizmente, há muita gente que se esquece.
Posto isto, acho que toda a gente devia ver este filme. Não só os amantes dos animais mas todos. Acredito que uma das funções do cinema é relembrar-nos daquilo que muitas vezes nos esquecemos.


Já viram o filme?
O que acharam? :)


domingo, 6 de novembro de 2016

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Shay Mitchell despede-se de Pretty Little Liars

quinta-feira, novembro 03, 2016 5 Comments


Já acompanho Pretty Little Liars há alguns anos e a verdade é que quando soube que esta seria a última temporada estremeci. Vivendo eu a representação de forma tão intensa, não consigo deixar de me apegar a personagens pela forma como conseguem chegar até à minha vida e aos atores pela entrega e trabalho árduo que dedicam a essa personagem durante anos.
Curiosamente, a Shay sempre foi a minha atriz preferida do elenco, e a sua Emily a personagem com a qual mais me identifiquei pelo seu temperamento, forma de ver a vida e amizade incondicional. Ao ver este vídeo, eu própria também deixo cair umas lágrimas. Porque dizer adeus a esta série, é dizer adeus à Emily, à Aria, à Spencer, à Allison, à Hanna, ao Toby, ao Caleb e a tantos outros personagens que entraram na minha casa quando a vontade de estudar era nula ou quando precisava de companhia nas noites mais tristes. 
O que a Shay mostra neste vídeo é o que de melhor esta profissão tem: o facto de nos entregarmos de corpo e alma a um papel ao ponto de doer demasiado dizer-lhe adeus. Porque foi isso que me disseram tantas vezes quando eu dizia que quero ser atriz: "mais importante do que o talento, é a entrega". E a Shay e os restantes atores do elenco entregaram-se. Entregaram-se ao ponto de esta ter sido a primeira série que decidi seguir. Se o meu gosto por séries começou, a estes atores fantásticos o devo. 
Dói-me dizer adeus à Emily, porque sei que depois desta temporada ela não vai mais voltar. Mas no que diz respeito à Shay, este foi só o início. Daqui para a frente "nunca mais a largo".

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Opinião: «The Mechanic»

terça-feira, novembro 01, 2016 8 Comments
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The Mechanic é um filme de ação americano, de 2011. O seu elenco é composto por Jason Statham e Ben Foster nos papéis principais. 
O filme fala-nos de Arthur Bishop (Jason Statham), um assassino profissional de elite, que se especializa em fazer os seus trabalhos parecerem acidentes ou suicídios. Num dos seus serviços, ele é contratado para matar Harry, o seu melhor amigo. Após cometer esse assassinato, Bishop acaba por treinar o filho de Harry para que este também se possa tornar um assassino profissional. As coisas mudam quando o filho de Harry descobre que quem matou o seu pai foi Bishop.
Bem, para começar e sendo completamente sincera, confesso que o meu gosto por filmes de ação é recente. Até há bem pouco tempo não era grande adepta deste tipo de filmes e não me perguntem o porquê porque eu também não sei. A verdade é que -e culpem a idade se quiserem- ultimamente tenho gostado cada vez mais deste tipo de filmes. Este não foi excepção. Adorei. Muito por culpa do Jason Statham que é um ator que admiro imenso. Acho que não poderia ser outro ator a desempenhar este papel. Como sempre, o Jason fez um trabalho brilhante e conseguiu tornar o seu personagem bastante interessante. 
Quanto ao filme propriamente dito, não posso dizer que é dos meus preferidos ou dos melhores que já vi, porque não é. Mas é, sem dúvida, um bom filme. Adorei a forma como terminou e o rumo que o personagem do Jason foi levando ao longo do enredo. Se me perguntarem se recomendo, dir-vos-ei que sim. Para quem for fã de filmes de ação, este é, sem dúvida, uma ótima opção!

Já viram o filme, internautas?
Curiosos? :)

domingo, 30 de outubro de 2016

Música da Semana #59

domingo, outubro 30, 2016 3 Comments


Adoro a Carolina Deslandes! Acho que ela é uma artista de mão cheia e uma mulher cheia de garra. Se tivesse de eleger a minha música favorita dela seria esta Heaven. Uma música que me faz refletir imenso e me deixa de lágrimas nos olhos de tanto sentimento que transmite.

Gostam da música, internautas? :)

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Amadurecer é viver

quinta-feira, outubro 27, 2016 1 Comments
A vida dá-nos muitas coisas boas, mesmo que às vezes seja difícil ver isso. Uma dessas coisas é termos a oportunidade de amadurecer à medida que os anos passam. Mas o que será, de facto, o amadurecimento? Como será que amadurecemos?
Quando eu era pequena, tudo o que mais queria era tornar-me adulta. Achava o mundo dos adultos fascinante. Adorava toda aquela independência e maturidade. Consoante os anos foram passando fui percebendo que a maturidade é fruto do amadurecimento. À medida que vamos crescendo vamos, consequentemente, amadurecendo. E esse amadurecer nasce das experiências que vivemos ao longo da nossa vida. Cada experiência nova contribui para o nosso crescimento enquanto seres humanos e traz novas aprendizagens. Aprendizagens essas que nos fazem amadurecer a cada dia que passa.
Hoje, já entrei no mundo dos adultos. Cresci e, consequentemente, amadureci. Amadureci e continuo a fazê-lo todos os dias. Como? Como toda a gente. Aprendi a retirar uma lição de vida em cada coisa menos boa que me aconteceu. Sim, porque uma das coisas que aprendi foi que o maior crescimento provém das fases menos boas da nossa vida. Atrevo-me mesmo a dizer que essas são as mais importantes de todas. Os sucessos são importantes, claro, mas os fracassos são essenciais. Porque é graças a eles que aprendemos a levantar-nos. E é esse levantar depois da queda que nos faz seres mais maduros. São os fracassos que nos obrigam a crescer e a saber lidar com as coisas sozinhos. E é assim que conquistamos a liberdade, independência e felicidade. Afinal, só somos verdadeiramente independentes quando atingimos um determinado grau de maturidade.

Posto isto, considero o amadurecimento uma forma do destino nos dar a oportunidade de provarmos a nossa humanidade perante a grandeza da vida. O amadurecimento aparece quando não deixamos que a vida nos controle por completo mas aprendemos a agir em conformidade com ela. Somos seres humanos amadurecidos quando nos relacionamos com a vida. Quando ela nos dá e nós damos em volta. Só assim é possível viver. Só assim é possível ser realmente feliz.



Publicado em Repórter Sombra.

domingo, 23 de outubro de 2016

Música da Semana #58

domingo, outubro 23, 2016 6 Comments


Já há algum tempo que acompanho as Little Mix e adoro o trabalho delas! Acho que são artistas super completas e formam um grupo fantástico! Esta Hair é uma das músicas atuais delas que mais gosto. Estou completamente viciada e esta semana ainda não consegui não dar "play". 


Já conheciam a música?
O que acham? :)


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Opinião: «Ice Age: Collision Course»

quarta-feira, outubro 19, 2016 15 Comments
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Ice Age: Collision Course ou A Idade do Gelo: O Big Bang é um filme de animação infantil em 3D norte-americano, produzido pela 20th Century Fox em 2016.


Vi este filme há algumas semanas e adorei. Confesso que sou uma apaixonada por filmes de animação e que esse gosto tem vindo a aumentar ao longo dos anos (não tivesse eu uma criança dentro de mim).
É um filme super engraçado e que ao mesmo tempo não deixa de lado a vertente emocional. Sou da opinião de que os filmes de animação são aqueles que mais mensagens nos passam e que nos sabem contar histórias de vida de uma forma diferente mas que não deixa de ser tocante. Este é um desses filmes. O seu lado mais cómico não nos impede de reparar na forma como nos mostra o poder da amizade, da família e do amor. E é isso que mais me toca: a capacidade de nos mostrar realidades tão diferentes em forma de animação e com personagens que são animais. 
Para além disto, o visual colorido, o diálogo e as referências para os mais adultos colam-nos completamente ao ecrã. É aquele tipo de filmes feito a pensar não só nos filhos mas também nos pais. 
Acerca da história, não vos vou dizer nada. Prefiro que sejam vocês a ver e a descobrir. Recomendo vivamente uma sessão de cinema aí em casa com os mais pequeninos (caso existam). Prometo que gargalhadas e emoção não vão faltar! :)

Já viram o filme, internautas?
O que acharam?


domingo, 16 de outubro de 2016

Música da Semana #57

domingo, outubro 16, 2016 3 Comments



Apesar de tudo o que se diz sobre ele, eu acho o Justin Bieber um artista no verdadeiro sentido da palavra. Podemos ou não concordar com a sua forma de ser ou estilo de vida mas que ele sabe cantar, sabe. E esta Company é uma das provas disso. Na minha opinião, é das melhores músicas dele e o videoclip está muito bem conseguido! Confesso que o Justin me tem surpreendido bastante a nível musical. Cada vez gosto mais do trabalho dele.

sábado, 15 de outubro de 2016

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Os rufias de argolas nas orelhas

quinta-feira, outubro 13, 2016 2 Comments
Tenho 21 anos e vivo no século XXI. Como tal, tenho amigos homens que aderiram ao uso de argolas nas orelhas, tatuagens e afins. Uma coisa normal para mim, mas anormal para outros.
A verdade é que cada vez mais acho que vivemos numa sociedade em que toda a gente diz “cada um é livre de fazer o que quer” ou “cada um é como é” e, no final de contas, as coisas são tudo menos como se diz. Isto porque é fácil dizer “a vida é dele” mas é difícil não julgar. E se antes eu achava –na minha ingenuidade- que, finalmente, as pessoas começavam a aceitar que a aparência não define personalidade, agora vejo que não. Infelizmente ainda há muita gente que acha que a aparência influencia a personalidade. Afinal, é impossível que um homem que usa argolas ou esteja todo tatuado seja um santinho. A esses já ouvi chamar de tudo. São os rufias, os que arranjam inúmeros problemas, os que estão sempre metidos em confusões e que de santos não têm nada. E quando perguntamos às pessoas que pensam isso deles o porquê de os apelidarem assim, não têm argumentos. Talvez porque eles não existam. Talvez porque a única lei pela qual se regem os seus comentários são as “argolinhas” que denunciam que aquele ser é um marginal. Mesmo que não o seja. Um único objeto que em nada devia influenciar uma opinão. Um pequeno objeto que é tantas vezes alvo de preconceito. E depois falamos de igualdade. Queremos igualdade entre homens e mulheres porque todos nascemos para termos os mesmos direitos. Mas depois julgamos um homem por querer usar um brinco ou uma argola. Ele é o marginal. E na mulher? É uma coisa perfeitamente normal. Ele faz a depilação e passa creme na pele? É gay. E a mulher? Coisa normal. Pois, mas o que falta entender é que o “normal” é uma coisa relativa. E quando vejo um amigo meu ser insultado por usar argolas e ter “aspeto de marginal” só consigo pensar que a aparência dele é normal. Porque é, de facto, normal a partir do momento em que cada um é livre de vestir o que quiser e fazer o que quiser do seu corpo. Mas, pelos vistos, para outras pessoas isso é anormal. E não só é anormal como é algo alvo de reprovação. Talvez seja por isso que há tantas injustiças. Porque, para tanta gente, os verdadeiros marginais (mesmo que o sejam) nunca vão ser aqueles que se vestem de acordo com a ocasião, têm o corpo como veio ao mundo e usam o cabelo perfeito. Os marginais vão ser aqueles que usam argolas nas orelhas, gastam dinheiro a fazer inúmeras tatuagens e usam roupas rasgadas e largas, mesmo que no final do dia sejam esses as melhores pessoas do mundo.

E chamam a isto igualdade? Não deveria ser chamado preconceito? A igualdade só vai existir quando deixarmos de avaliar as pessoas pela aparência que possuem ou pelos gostos que têm. A igualdade é sermos todos respeitados por aquilo que somos independentemente do estilo de vida que temos. Todos temos direito a sermos nós próprios mas, acima de tudo, todos temos o direito de não sermos julgados por sermos o que somos. A verdadeira essência da liberdade é essa: sermos o que queremos ser.

Publicado em Capazes.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

As tecnologias na educação

segunda-feira, outubro 10, 2016 3 Comments
Falemos de tecnologia. Essa coisa que está sempre a evoluir e que entrou na nossa vida para ficar. Essa coisa que entrou na vida dos mais pequenos e a mudou tendo em conta o passado. Falar de tecnologia não é fácil já que esta é composta por inúmeras vantagens e desvantagens.
A verdade é que as tecnologias móveis chegaram e conquistaram o mundo dos mais pequenos. Atualmente, é muito fácil usar as tecnologias no que diz respeito ao ensino. Muitos são os professores que olham para estes dispositivos como inimigos da aprendizagem já que acreditam que estes evitam o contacto com o papel, os livros e que são uma fonte de distração. Mas não será possível incorporar estes dispositivos móveis no ensino de forma positiva? Acredito que sim. Claro que há inúmeras desvantagens mas isso não impede que os jovens possam aprender utilizando a tecnologia. Em primeiro lugar, porque existem inúmeras app’s que podem ajudar a desenvolver a aprendizagem. E em segundo lugar, porque estes dispositivos contêm imensas informações úteis para esse desenvolvimento. Claro que o contacto com o papel, com os livros e com tudo aquilo que antecede a tecnologia é o mais importante. Mas uma coisa não impede a outra e acredito que o ideal será uma junção entre ambos. Afinal, utilizar a tecnologia não é recusar tudo o resto. Trata-se apenas de alargar os horizontes e aceder mais rapidamente e instantaneamente a um maior conjunto de informações úteis ao nosso estudo. E não creio que isso seja negativo, muito pelo contrário. Esses dispositivos móveis acabam por trazer mais facilidade e rapidez a quem os utiliza e, desta forma, não vejo qualquer problema em incorporá-los no ensino. Ensinar consiste em incutir uma série de conhecimentos em alguém usando, para isso, os melhores métodos de forma a que as aprendizagens sejam devidamente apreendidas pelo aluno. E a tecnologia é um desses métodos. Tendo em conta a quantidade de sites e aplicações que promovem a aprendizagem, penso que é produtivo introduzi-la no ensino.

Assim sendo, e ao contrário do que muitos pensam, introduzir dispositivos tecnológicos no ensino não significa acabar com os métodos utilizados antes do aparecimento destes. Significa apenas um complementar de métodos. Uma junção entre formas de aprendizagem que dão ao aluno um maior leque de possibilidades e, consequentemente, uma maior vontade de aprender.


Publicado em Repórter Sombra.

Até logo, Diamond!

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