segunda-feira, 24 de julho de 2017

Coimbra, recebes-me outra vez?

segunda-feira, julho 24, 2017 4 Comments
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Este mês, licenciei-me em Jornalismo e Comunicação, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, como vocês sabem. Foram três anos incríveis e nunca vou esquecer o sentimento de gratidão que tenho por esta cidade.
No entanto, e durante este último ano, a minha cabeça encheu-se de dúvidas. Terminar uma licenciatura é um sentimento incrível, mas fica sempre aquele "e agora?" a rondar-nos os pensamentos. No segundo semestre, isso tornou-se mais evidente. "E agora? O que vou fazer quando isto terminar?". Tinha muitas hipóteses a pulsar em mim: "posso parar um ano e fazer aquele curso de teatro que tanto queria", "calma, se calhar podia já fazer o mestrado porque se parar um ano posso não querer regressar" ou "bem, talvez fique por Coimbra a fazer qualquer coisa na área e depois logo se vê". As hipóteses foram muitas, as dúvidas também. Depois de muito pensar, o meu melhor amigo deu-me o melhor conselho que podia ter dado "para de ouvir opiniões, foca-te naquilo que o teu coração quer. Segue o teu coração e o que tiver de ser, será".
Pois bem, na semana passada segui o meu coração. Escolhi Coimbra por mais dois anos. Candidatei-me ao Mestrado em Jornalismo e Comunicação na minha querida FLUC e, nem por um momento, pensei em voltar atrás. Coimbra já me recebeu uma vez de braços abertos e agora é rezar para que me queira uma segunda vez.
Não sei se vou ou não conseguir. Mas vou lutar para voltar a pisar aquele chão, olhar para aquelas paredes e aprender com aqueles professores. Nunca saberei descrever o quão bom é estudar em Coimbra. Nunca saberei agradecer os ensinamentos, os sonhos e as conquistas. Mas de uma coisa tenho a certeza: Coimbra vai ser sempre a cidade onde o meu coração está. Por isso, Coimbra, recebes-me outra vez? <3



Lutem sempre pelos vossos sonhos!


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Leave Out All The Rest

sexta-feira, julho 21, 2017 6 Comments
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Podia dar um título a este post que anunciasse ou estivesse relacionado com a morte do Chester. No entanto, acho que a morte não é uma coisa obrigatória. Nem todos temos de encarar a morte de alguma forma e, pessoalmente, eu acredito que há pessoas que nunca morrem. Prefiro dizer que o Chester partiu para um destino diferente do nosso, sem dor ou momentos de agonia do que dizer que ele morreu. Porque no meu coração, ele vai estar sempre vivo. 
Por isso, decidi dar nome a este post usando a música que sempre foi a minha âncora. Sempre me soube tão bem ouvir a voz do Chester nos meus ouvidos enquanto cantava a Leave Out All The Rest. Ri, chorei, gritei, senti dor, senti liberdade, senti salvação. E tudo isto ao som desta música. Infelizmente, atualmente não acompanhava os Linkin Park tanto quanto gostaria. No entanto, tenho bem presente na minha memória o quanto foram -e o Chester em particular- cruciais na minha adolescência. Foram a minha âncora na fase mais complicada da minha vida (sim, adolescência, ainda bem que ficaste para trás) e o mais engraçado é que o Chester me ajudou a superar coisas que ele não conseguiu suportar. E continua a orgulhar-me. Porque, para mim, ser forte não é lutar sempre sem desistir. É saber o preciso momento em que desistir é o melhor para nós. Suicídio não é um ato de fraqueza, é um ato de coragem. Afinal, viver é a coisa mais alucinante que fazemos. Ninguém nos pergunta se queremos nascer. Nascemos e pronto. E, por isso, que tenhamos sempre a liberdade de decidir quando queremos morrer. O Chester não me deixou morrer há uns anos atrás. Infelizmente, não tenho o poder de fazer o mesmo por ele, mas tenho o poder de aceitar a decisão que, certamente, terá sido a melhor para si.
Que encontres a tua paz e que sejas eterno nos corações daqueles que te admiravam, Chester. Continuas a viver, no matter what! <3


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Diogo Garcia: «É um mundo difícil, mas não tenho dúvidas que cresci muito com o passar dos tempos, e que é isto que quero fazer ao longo da vida.»

quinta-feira, julho 20, 2017 5 Comments
Aos quinze anos, conquistou o The Voice Kids ao consagrar-se vencedor do programa. Hoje, com dezassete anos, continua a lutar pelo sonho da música. Após o lançamento do seu disco de estreia, O Que Eu Sou, Diogo Garcia mostra-nos, exatamente, aquilo que é nesta entrevista.




Olá, Diogo! Lançaste recentemente o teu álbum de estreia. As pessoas ainda te reconhecem como o Diogo Garcia que venceu o The Voice Kids ou já te conhecem como o Diogo Garcia artista que tem o seu primeiro álbum?
Penso que nem de uma, nem de outra coisa. As pessoas, com o passar do tempo, habituaram-se muito às duas músicas que fizeram parta da banda sonora de "Massa Fresca" e de "Santa Bárbara". Logicamente, há pessoas que me conhecem por ter vencido o programa e por ter um álbum no mercado, mas a maioria conhece-me pelas duas músicas que fizeram parte das telenovelas.

Quando entraste no The Voice Kids, qual era o teu principal objetivo?
O meu principal objetivo era conseguir chegar o mais longe possível e evoluir com os profissionais que lá estavam presentes. Criar amizades e, acima de tudo, divertir-me.

Sentes que esse objetivo se foi cumprindo mesmo antes de teres sido consagrado o vencedor do programa?
Sem dúvida. Aliás, muito do que aprendi com a minha mentora, Daniela Mercury, foi posto em prática no dia da final e, felizmente, toda essa aprendizagem e trabalho da Daniela teve o seu preço.

Anteriormente, já tinhas vencido o Festival Funchal a Cantar. De que forma isso te ajudou a “ganhar estofo” para, mais tarde, concorreres ao programa da RTP?
Penso que não foi só esse concurso, mas todos os outros nos quais participei ao longo da minha vida na música. Comecei a cantar aos 8 anos, e ao longo desses anos, aprendi imenso em concertos e concursos, e até mesmo num coro, do qual eu fazia parte.

E o teu irmão também foi uma espécie de inspiração para lutares por este sonho?
O meu irmão é a razão de eu ter entrado neste mundo. O Pedro já andava na música há algum tempo e o "bichinho" foi sempre aumentando ao longo dos tempos. Cantava na escola, em casa, em todo o lado! E como todos sabemos, a música tem algo que nos contagia, e isso chegou a mim, e também já chegou ao mano mais novo.

Ainda manténs contacto com a Daniela Mercury?
Mantemos o contacto, mas não falamos diariamente. A Daniela tem a sua carreira artística, uma carreira que exige muito a um cantor de nível mundial, mas tenho a certeza que sempre poderei contar com a minha mentora.

O que guardas de mais especial desta experiência?
Sem dúvida que o que ficou de mais especial foram as amizades, os fortes laços que construímos uns com os outros. Ainda hoje, falamos muitas vezes num grupo secreto que temos, criado com o intuito de nunca perdermos a ligação com todos. Penso que é isto que os programas também nos dão. Sem ser só uma enorme experiência, dão-nos também muitas maneiras de nos divertirmos, e ensina-nos a entrar num concurso que não seja só competição, rivalidades ou outras coisas do género. Somos uma família e apoiamo-nos todos uns aos outros.


Voltando ao teu primeiro álbum, o single “Sinto-me Livre Contigo” teve bastante sucesso. Na tua opinião, o que é que ele tem que cativa tanto as pessoas?
É verdade. No single penso que o segredo está na batida forte, e nas guitarras que dão uma dimensão crescente ao longo de toda a música. É um single que foi feito mesmo com o intuito de passar uma forte energia para quem a ouvisse, para passar musicalidade e alegria.

E como é que as pessoas têm reagido a este teu trabalho?
As pessoas têm reagido muito bem. Na altura em que saiu receberam-no com enorme euforia. À medida que o tempo foi passando, as coisas foram acalmando. Mas ainda hoje, quando a canto em qualquer lado, incluindo no Continente, eu noto que as pessoas sabem as letras, que as pessoas conhecem a música. É muito gratificante saber que sendo da Madeira, há pessoas em diversos distritos de Portugal Continental a gostarem do meu trabalho.

Estás orgulhoso do percurso que tens feito até aqui?
Claramente. Penso que vencer um concurso televisivo, ser o primeiro classificado de 9.000 concorrentes que passaram pelo The Voice é simplesmente um sonho. Já ter gravado um álbum com quinze anos, e estar a preparar um segundo com dezassete anos é muito, mas mesmo muito bom. É um mundo difícil, mas não tenho dúvidas que cresci muito com o passar dos tempos, e que é isto que quero fazer ao longo da vida.

O que é que ainda te falta fazer?
Falta fazer praticamente tudo. Vejo esta caminhada como uma longa escadaria. Olhando para trás, vejo que já subi um bocado, mas que ainda é o início. Olhando para a frente, vejo que ainda há imenso trabalho a fazer, crescer como pessoa e como cantor, evoluir e, quem sabe um dia, ajudar quem mais necessita, dar esperança a quem também quer subir uma longa escadaria como esta, mostrar que tudo vale a pena, com esforço e dedicação. 

Se houvesse uma frase em que pudesses mostrar o que é que tu és e o que te faz sentir livre, que frase seria?
"Não desista só porque está difícil, as melhores coisas levam tempo, outras o tempo leva".



Terminada esta entrevista, só me resta agradecer ao Diogo por ter aceitado o meu convite e, acima de tudo, por ter partilhado connosco uma parte da sua história.






domingo, 16 de julho de 2017

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Mais de 200!

quinta-feira, julho 13, 2017 20 Comments
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Olá, internautas! Hoje, trago-vos mais uma boa notícia: ultrapassamos os 200 seguidores aqui no blog! Começo a não ter palavras para vos agradecer o quão temos crescido ultimamente.
Se bem se lembram, quando criei o canal no youtube prometi que a cada 100 seguidores faria um novo vídeo de perguntas e respostas. Como tal, e como atingimos a marca dos 200, vou fazer o próximo vídeo em breve.
Assim sendo, deixem nos comentários as perguntas que gostariam de ver respondidas por mim. Podem perguntar o que quiserem não só sobre o blog mas pessoalmente também, afinal, o intuito é conhecerem-me melhor. Têm até ao final desta semana para o fazer. Força, Diamonds <3

Deixem as vossas questões :)



Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)